Slim Dusty — Trucks On The Track letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Trucks On The Track" de Slim Dusty.

Letra

Said the old working bullock to the draught horses mate
The yokes, chains and swingbars have gone out of date.
Just look at the dust clouds and smoke trailing back
Where once we pulled wagons, there’s trucks on the track.
Trucks on the track.
There’s seldom a bush road that’s not felt the trail,
Of some big prime mover that leave us for dead.
Stiff shouldered and foot-sore our chains never slack
And our ticket for freedom, those trucks on the track.
Those broad smiling faces of the gear pushing men,
Is the trade mark of truckies that I recall when.
The face of the teamster turned purple and black.
With rage but he’d welcome these trucks on the track.
The draught horse replied as he shook his old mane,
Those days I’ve no yearning to see them again.
Old whips made of green hide that stung ribs and back,
Hang idle because of those trucks on the track.
Trucks on the track.
So just let us nibble this young tender grass.
We’re both pensioned off and are silver and brass.
Way back though the ages a man hunt his pack,
Now they haul half the World those trucks on the track.
So spray out the bull dust the trucks must get through.
There’s someone out back mate 'pending on you.
A yard of prime cattle, or a wool clip to stack.
The kings of the road, those trucks on the track.
Trucks on the track.
So just let us nibble this young tender grass.
We’re both pensioned off and are silver and brass.
Way back though the ages a man hunt his pack,
Now they haul half the World those trucks on the track.
So spray out the bull dust the trucks must get through.
There’s someone out back mate 'pending on you.
A yard of prime cattle, or a wool clip to stack.
The kings of the road, those trucks on the track.

Tradução da letra

Disse que o velho bullock dos cavalos de tracção acasala.
Os iokes, as correntes e os swingbars estão desactualizados.
Olha só para as nuvens de poeira e fumo a voltar.
Quando puxamos as carroças, há camiões na pista.
Camiões na pista.
Raramente há uma estrada arbustiva que não tenha sentido o caminho,
De um grande impulsionador que nos deixa para morrer.
Com os ombros firmes e os pés doridos as nossas correntes nunca cedem
E o nosso bilhete para a liberdade, aqueles camiões na pista.
Aquelas caras sorridentes do equipamento a empurrar homens,
É a marca dos camiões que me lembro quando.
O rosto do teamster ficou roxo e preto.
Com raiva, mas ele acolheria estes camiões na pista.
O cavalo de tracção respondeu enquanto abanava a crina.,
Nesses dias, não anseio voltar a vê-los.
Chicotes velhos feitos de couro verde que picam costelas e costas,
Ficar parado por causa daqueles camiões na pista.
Camiões na pista.
Por isso, vamos comer esta relva jovem e tenra.
Estamos ambos reformados e somos de Prata e bronze.
Há muito tempo, um homem caça a sua alcateia.,
Agora transportam metade do mundo aqueles camiões na pista.
Por isso, espalhem o pó do touro que os camiões têm de passar.
Há alguém lá atrás, companheiro, à tua espera.
Um quintal de gado de primeira, ou um grampo de lã para empilhar.
Os kings of the road, os camiões na pista.
Camiões na pista.
Por isso, vamos comer esta relva jovem e tenra.
Estamos ambos reformados e somos de Prata e bronze.
Há muito tempo, um homem caça a sua alcateia.,
Agora transportam metade do mundo aqueles camiões na pista.
Por isso, espalhem o pó do touro que os camiões têm de passar.
Há alguém lá atrás, companheiro, à tua espera.
Um quintal de gado de primeira, ou um grampo de lã para empilhar.
Os kings of the road, os camiões na pista.