Sinkope — Tus carnes (Mi alimento) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tus carnes (Mi alimento)" de Sinkope.
Letra
Soy el fruto de una estrella herida
Y de un sucio lucero apagao
Encontré luz junto a tormentas dormidas
De un bocao les mangué un pedazo
Mi signo va prendío del viento
Casi siempre bocabajo
Y es mi cabeza mi reino, mis armas
El dialogo, mis manos
El sol cura las heridas
Que me hicieron unos besos
Me hace guiños y me indica
El camino hacia el infierno, el infierno
Fuera tapujos
Si no puedo empujo
Que si me rompo ya me arreglaré
Nada os juro y aunque hablo soy mudo, señor juez
Tengo vicios pa parar un tren
Mi signo va prendío del viento
Casi siempre bocabajo
Y es mi cabeza mi reino, mis armas
El dialogo, mis manos
El sol cura las heridas
Que me hicieron unos besos
Me hace guiños y me indica
El camino hacia tu cuerpo
Rompo lazos me desato
Corto nudos, me desnudo y en fin…
Endulzo mi sien
Quiero llegar, romper, comer, beber
Que tengo sed de mil demonios
Por escribir poemas
Con mi lengua y tu coño
En ti me quiero perder, jugar y sudar
Y no parar ni tan siquiera un momento
Ni tan siquiera en sueños
De comer de tus pechos de tu risa de tu aliento
De comer de tus piernas
Del caldito que baña tu caramelo
De comer de tu cuello de tu boca de tus adentros
De tus ojos que me tocan
De tus carnes
Mi alimento
Tu cuerpo
Tradução da letra
Sou o fruto de uma estrela ferida
E de um sujo lucero apagao
Encontrei luz junto a tempestades adormecidas
De um bocao lhes mangué um pedaço
O meu sinal Está ligado ao vento
Quase sempre bocabaixo
E é a minha cabeça, o meu reino, as minhas armas
O diálogo, as minhas mãos
O sol cura as feridas
Que me fizeram uns beijos
Faz me piscadelas e diz me
O caminho para o inferno, o inferno
Fora tapujos
Se não conseguir empurro
Se me partir Já me arranjo
Nada vos juro e apesar de falar sou mudo, senhor juiz
Eu tenho vícios Pa parar um trem
O meu sinal Está ligado ao vento
Quase sempre bocabaixo
E é a minha cabeça, o meu reino, as minhas armas
O diálogo, as minhas mãos
O sol cura as feridas
Que me fizeram uns beijos
Faz me piscadelas e diz me
O caminho para o seu corpo
Rompo laços desato me
Curto nós, eu nua e em suma…
Adoço o meu templo
Eu quero chegar, quebrar, comer, beber
Que tenho sede de mil demónios
Por escrever poemas
Com minha língua e sua buceta
Em você eu quero perder, jogar e suar
E não parar nem por um momento
Nem sequer nos sonhos
De comer dos teus seios do teu riso do teu hálito
De comer das tuas pernas
Do caldito que banha o teu doce
De comer do teu pescoço da tua boca das tuas entranhas
Dos teus olhos que me tocam
Das tuas carnes
A minha comida
O teu corpo