Sinkope — Pariendo sonrisas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pariendo sonrisas" de Sinkope.

Letra

Ambición, no me siento culpable si, por querer ser yo, del resto, a veces, me
Aparte. Que comience el baile en mi corazón, sigo siendo salvaje, lo pone en el
Guión en alguna parte, guardaos el mensaje pues, debajo de la piel, como todos
Tenéis sangre y os tenéis que morir, que lo sepáis
Y dejadlo ya, que si no quiero no compro, y para ya de hablar que con menos me
Conformo. Venga violento, pon tus los huevos; yo el conocimiento y ahí te
Quedas, ¡pringao!, que no hay besos sin labios ni guerra sin dolor, ni más
Pulgas que la manta llena y no quiero honores, tíos, a título póstumo, ni
Promesas, tías, ni dolores de muelas, sólo que llueva y después salga el sol
Y después salga el sol y el lagarto. Entre viajes y viajes, viendo y
Aprendiendo dejé a fiar sonrisas y algo de dinero, regalé mi interior
Enterré algo de mi furia y me dije, sin rencor, palabras que no me gustan
Que no persigo nada, que no es mi costumbre andar detrás del frío con
Tal de hacer una lumbre, que no ansío nada, que no es mi intención apedreaer
A la luna, ni robarte el corazón. Pariendo sonrisas en las montañas del cielo
Prisa, prisa ven, date prisa, que de aquí no me muevo pariendo sonrisas hasta
Que me duela el pecho. Prisa, ven, date prisa y tráete yerba que fumemos
Y de la mano al viento. Pariendo sonrisas, poniendo verde el desierto
La risa no se me quita ni tampoco lo feo. Pariendo sonrisas, voy tan loco
Como cuerdo, ando jodio de la vista, pero conozco y recuerdo y no te pierdo la
Pista por si surge y lo hacemos al vuelo al ras de suelo
Pariendo sonrisas en las montañas del cielo, la risa no se me quita y
Tampoco lo feo, feo, feo
Y si te huelo me entra el nervio (3) y si te huelo me entra…
Y si te huelo me entra…

Tradução da letra

Ambição, não me sinto culpado se, por querer ser eu, do resto, às vezes, me
À parte. Deixe a dança começar no meu coração, eu ainda sou selvagem, colocá-lo no
Guião em algum lugar, guardai a mensagem pois, debaixo da pele, como todos
Tendes sangue e tendes de morrer, que o saibais
E deixai-o já, que se não quero não compro, e para já de falar que com menos me
Conformo. Venha violento, põe os teus ovos; eu o conhecimento e aí te
Ficas, pringao!, que não há beijos sem lábios nem guerra sem dor, nem mais
Pulgas que o cobertor enche e eu não quero honras, caras, postumamente, nem
Promessas, tias, nem dores de dente, só que chova e depois saia o sol
E depois sai o sol e o lagarto. Entre viagens e Viagens, assistindo e
Aprendendo deixei sorrisos legítimos e algum dinheiro, dei o meu interior
Enterrei algo da minha fúria e disse-me, sem rancor, palavras que não gosto
Que não persigo nada, que não é meu hábito andar atrás do frio com
Tal de fazer uma lume, que não anseio nada, que não é minha intenção apedrejar
À lua, nem roubar o teu coração. Parindo sorrisos nas montanhas do céu
Depressa, depressa vem, depressa, que daqui não me movo parindo sorrisos até
Dói-me o peito. Depressa, vem, depressa e traz-te erva que fumemos
E da mão ao vento. Parindo sorrisos, esverdeando o deserto
O riso não me tira nem o feio. Parindo sorrisos, eu vou tão louco
Como são, ando jodio da vista, mas conheço E lembro-me e não te perco a
Pista para o caso de surgir e nós fazê lo em vôo ao nível do chão
Parindo sorrisos nas montanhas do céu, o riso não me tira e
Nem o feio, feio, feio
E se eu te cheirar, o meu nervo entra em mim (3) e se eu te cheirar entra em mim…
E se te cheirar entra me…