Sinkope — Pa Cuando Me Juzguéis letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pa Cuando Me Juzguéis" de Sinkope.

Letra

Permitidme que os diga, pa cuando me juzguéis, que aquí donde me veis soy
Fuego y cenizas
Soy camino y sus vistas, y creédme; soy sincero si os digo que prefiero ser
Viajero a turista
Y que a pesar de mis pintas, a pesar de mi estalache
No soy guijarro de baches, ni cuneta, ni alquitrán
Ni voy de listo, es más: hoy me he vuelto a equivocar;
He apostao que la brisa se tornaba vendaval
Y la brisa, sin camisa, está echada en el trigal
¿en qué estaría yo pensando pa pensar que me quería
Si ella pa querer no está?
Ella quería tonterías. Yo quería apostar
Ella quería tonterías. Yo me volví a equivocar
Permitidme que os diga, pa cuando me juzguéis, que por dentro no me veis ni
Sabéis de que me espanto
Yo soy más bicho que santo, soy las historias que canto, soy más bueno que
Malo y malo sin afición
Soy tormenta y cielo raso y ateo gracias a dios
Ella quería tonterías, yo lo volveré a intentar, pero antes
Me vais a permitir deciros que cuanto soy y tengo viene conmigo
Me vais a permitir que ignore sucios pensiles de alcahuetas flores
Me vais a permitir que os diga que pan recién hecho hace malas migas
Hace malas migas, el pan recién hecho hace malas migas
Malas migas, el pan recién hecho hace malas migas, malas migas
Hace malas migas, hace malas migas
Permitidme que os diga, pa cuando me juzguéis
Que también os moriréis y tenéis donde callar
Y, si no os gusta mi vivir, os tendréis que aguantar:
La mente se puede abrir y el cristal desempañar
Vivid y dejad vivir. Soñad y dejad soñar

Tradução da letra

Deixem-me dizer-vos, quando me julgarem, que aqui onde me vêem sou
Fogo e cinzas
Sou caminho e suas vistas, e Crede em mim; sou sincero se vos disser que prefiro ser
Viajante para turista
E que apesar das minhas pintas, apesar da minha estalache
Não sou pedregulho de buracos, nem sarjeta, nem alcatrão
Nem estou pronto, é mais: hoje me enganei novamente;
Apostou que a brisa se tornava vendaval
E a brisa, sem camisa, está lançada no trigal
em que estaria eu pensando pa pensar que me amava
Se ela pa quer não é?
Ela queria disparates. Eu queria apostar
Ela queria disparates. Voltei a errar
Permiti-me que vos diga, quando me julgardes, que por dentro não me vedes nem
Sabem que me assustei
Eu sou mais insecto que santo, sou as histórias que canto, sou mais bom que
Mau e mau sem hobby
Sou uma tempestade e um ateu graças a Deus
Ela queria bobagens, eu vou tentar novamente, mas antes
Vão deixar me dizer vos que quanto sou e tenho vem comigo
Vão deixar me ignorar penseis Sujos de flores
Vão deixar me dizer que o pão acabado de fazer faz migalhas más
Faz migalhas ruins, o pão acabado de fazer faz migalhas ruins
Migalhas ruins, pão acabado de fazer migalhas ruins, migalhas ruins
Faz migalhas más, faz migalhas más
Deixem-me dizer-vos, quando me julgarem
Que também morrereis e tendes onde calar
E, se não gostarem da minha vida, terão de aguentar:
A mente pode ser aberta e o vidro desembaçar
Vivam e deixem viver. Sonhai e deixai sonhar