Sinkope — Mi herencia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mi herencia" de Sinkope.

Letra

Aquí os dejo mi herencia
No se si es mucho o es na
Os la he envuelto en mi silencio donde suelo aullar
Os dejo un cielo al que no llego
Un juego de alas a estrenar
Y flores de un camino sesgo que no voy a enderezar
Y cucañas con perfumes de mi calma
Que unté con los versos de tu miel
Y un resumen de mi frágil alma que se daña al querer querer
Y os dejo también mi sin razón en pelotas
Y canciones que trotan en los llanos de mi sien
Y una fuente de barro de perenne gota que riega los agros y espanta la sed
Y jirones de suspiros
Que da el sol cuando se muere
Y una pena que se ha ido pero dice que ahora vuelve
Y la resaca de mis juergas a deshora
Y una escoba pa barrer el temporal
Que ataca con sus ratas mi chabola y ha asolan mi intimidad
Y os dejo retazos de los sueños que cazo
Cuando agito los brazos al amanecer
Y la vida que un día me regalo un gato
Pero es muy tranquila y me suelo mover
Y os dejo mi llavero con su lucero en rural
Y el morral donde acarreo a la aurora boreal
Y un colgante con mi sucia estrella errante
Un concierto de cigarras colocás
Y un bozal para ir elegante para escuchar almas roncar
Y os dejo despojos que dañaron mis ojos al mirar a la vida
Y un puñao de rebotes que se hacían los cojos y bien que corrían
Y mi voz medio rota de las veces que explota para salir esparcía
Y pegarse el lote con palabras dormías
Y os dejo mi barco anclao en un charco
Y en dedales mares donde naufragar
Y caricias que anhelo cuando me desvelo
Y el impulso que uso para iniciar el vuelo cuando abuso de andar
Aquí tenéis
Mi herencia
Y como veis
No os dejo perras
Ni un puto duro

Tradução da letra

Aqui deixo a minha herança
Não sei se é muito ou é na
Envolvi vos no meu silêncio onde costumo uivar
Deixo vos um céu ao qual não chego
Um novo conjunto de asas
E flores de um caminho viés que eu não vou endireitar
E cucañas com perfumes da minha calma
Que manchei com os versos do teu mel
E um resumo da minha frágil alma que se danifica ao querer querer
E deixo também o meu sem razão em bolas
E canções que correm nas planícies do meu templo
E uma fonte de lama de gota perene que molha os agros e assusta a sede
E suspiros esfarrapados
Que dá o sol quando morre
E uma pena que se foi mas diz que agora volta
E a ressaca das minhas folgas a deshora
E uma vassoura pa varrer o temporal
Que ataca com seus ratos minha chabola e assolou minha intimidade
E deixo te pedaços dos sonhos que caço
Quando agito os braços ao amanhecer
E a vida que um dia me ofereço um gato
Mas é muito tranquila e eu costumo me mover
E deixo o meu Porta Chaves com a sua estrela em rural
E a mochila onde carrego a aurora boreal
E um pingente com a minha estrela errante suja
Um concerto de cigarras
E um focinho para ir elegante para ouvir almas roncar
E deixo vos miudezas que danificaram os meus olhos ao olhar para a vida
E um punhado de saltos que se faziam os coxos e bem que corriam
E minha voz meio quebrada das vezes que explode para sair espalhava
E colando o lote com palavras você dormiu
E deixo o meu barco ancorado numa poça
E em dedais mares onde naufragar
E carícias que anseio quando me desvelo
E o impulso que eu uso para iniciar o vôo quando abuso de andar
Aqui têm
A minha herança
E como vêem
Não vos deixo cadelas
Nem um caralho duro