Sinkope — Llegara el dia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Llegara el dia" de Sinkope.

Letra

Hoy, invades otro pueblo, gran cabrón
Tienes fuerza, armamento, destreza
Ordenas a tus nervios su despertar
Del letargo en el cual los conservas
Enarbolas tu bandera omnipresente
Que se abre paso entre el aire
Como suicida, como suicida
Saboreas la victoria sin razón
Y por tus labios corre una sonrisa
Una puerca sonrisa
El aire está manchado y huele mal
El cantar de los pájaros distorsiona
Derechos humanos pá desayunar
La cruz del vencido avanza sin corona
Llegará el día en el que no haya nada
Llegará el día, llegará, al paso que va
Llegará el día en el cual la mañana, cansada, vacía
Venga sin luz, venga apagá
Siembra revolución
Enarbolas tu bandera…
Llegará el día…
Nadie sabe cuando nacerá un dictador
Es cruda la realidad, hermano, con una venda en los ojos
Los vientos de libertad son arrasados
Por las manías privilegiadas del poder insano
Llegará el día, sé que llegará
Llegará el día, tierra, en la que no seas ná de ná
Triste mundo, sucio…
Música: Sínkope
Letra: Vito Íñiguez

Tradução da letra

Hoje, invades outra cidade, grande cabrão
Você tem força, armamento, destreza
Ordenas aos teus nervos o seu despertar
Da letargia em que você os conserva
Você levanta sua bandeira onipresente
Que abre caminho entre o ar
Como suicida, como suicida
Você saboreia a vitória sem razão
E pelos teus lábios corre um sorriso
Um porco sorriso
O ar está manchado e cheira mal
O canto dos pássaros distorce
Direitos humanos café da manhã
A cruz do vencido avança sem coroa
Chegará o dia em que não haja nada
Chegará o dia, chegará, ao passo que vai
Chegará o dia em que a manhã, cansada, vazia
Venha sem luz, venha apague
Semeando revolução
Você levanta sua bandeira…
O dia chegará…
Ninguém sabe quando nascerá um ditador
A realidade é crua, irmão, com uma venda nos olhos
Os ventos da Liberdade São arrasados
Pelas manias privilegiadas do poder insano
O dia chegará, sei que chegará
Chegará o dia, terra, em que não sejas ná de ná
Mundo Triste, Sujo…
Música: Sínkope
Letra: Vito Íñiguez