Sinkope — A La Maldad No Hay Quien La Mate letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A La Maldad No Hay Quien La Mate" de Sinkope.

Letra

Ayer es hoy y será mañana
Ayer es hoy y será mañana, y será mañana
Ayer otra mujer abandonó a sus hijos
Y otro hombre mató a otra mujer
Otro cura abusó de niños;
Dijo que era por cariño y no por placer
Ayer el odio pegó otro estirón
Y el amor volvió a menguar
Cierto diablo mató en nombre de un «dios»
Y el ser humano se cargó a la humanidad
Pero qué malos somos, de mala ralea
¡Que qué malos somos!
Ayer la dulzura gritó al susurrar
Y el respeto se volvió a perder;
Nació el día claro y se nubló en un pispas
Y la crueldad se levantó con mal pie
La maldad no tiene sexo, ni color ni religión
La maldad no está en la piedra, sino en quién la lanzó
Y no muere, no muere, nunca se extingue;
A la maldad no hay quien la mate
Siempre está echando raíces
Siempre está echando raíces, raíces, raíces
Ayer muchas vidas no valían nada
La libertad fue abierta en canal
La violencia se hizo más perra y más mala:
Puso en escena otra guerra aburría de tanta paz
Ayer el sufrimiento no podía con sus huesos
Ayer las armas no se cansaron de hablar
Murieron labios que no conocieron besos
Ayer la mierda seguía oliendo mal, seguía oliendo mal

Tradução da letra

Ontem, é hoje e será amanhã
Ontem é hoje e será amanhã, e será amanhã
Ontem outra mulher abandonou seus filhos
E outro homem matou outra mulher
Outro padre abusou de crianças;
Disse que era por amor e não por prazer
Ontem o ódio bateu outro talão
E o amor voltou a diminuir
Certo diabo matou em nome de um " Deus»
E o ser humano matou a humanidade
Mas que maus somos, de má ralea
Que maus somos nós!
Ontem a doçura gritou ao sussurrar
E o respeito voltou a perder se;
Nasceu o dia claro e ficou nublado em um pispas
E a crueldade levantou se com o pé errado
A maldade não tem sexo, nem cor, nem religião
A maldade não está na pedra, mas em quem a lançou o
E não morre, não morre, nunca se extingue;
À maldade não há quem a mate
Está sempre a criar raízes
Ele está sempre criando raízes, raízes, raízes
Ontem muitas vidas não valiam nada
A liberdade foi aberta no canal
A violência tornou se mais cadela e mais má:
Ele encenou outra guerra entediado com tanta paz
Ontem, o sofrimento não podia com seus ossos
Ontem as armas não se cansaram de falar
Morreram lábios que não conheceram beijos
Ontem a merda ainda cheirava mal, continuava cheirando mal