Silvio Rodríguez — Mujeres letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mujeres" de Silvio Rodríguez.
Letra
Me estremeció la mujer que empinaba a sus hijos
Hacia la estrella de aquella otra madre mayor
Y como los recogía del polvo teñidos
Para enterrarlos debajo de su corazón
Me estremeció la mujer del poeta, el caudillo
Siempre a la sombra y llenando un espacio vital
Me estremeció la mujer que incendiaba los trillos
De la melena invencible de aquel alemán
Me estremeció la muchacha
Hija de aquel feroz continente
Que se marchó de su casa
Para otra de toda la gente
Me han estremecido un montón de mujeres
Mujeres de fuego, mujeres de nieve
Pero lo que me ha estremecido
Hasta perder casi el sentido
Lo que a mi más me ha estremecido
Son tus ojitos, mi hija, son tus ojitos divinos
Me estremeció la mujer que parió once hijos
En el tiempo de la harina y un kilo de pan
Y los miró endurecerse mascando carijos
Me estremeció porque era mi abuela además
Me estremecieron mujeres
Que la historia anotó entre laureles
Y otras desconocidas, gigantes
Que no hay libro que las aguante
Me han estremecido un montón de mujeres
Mujeres de fuego, mujeres de nieve
Pero lo que me ha estremecido
Hasta perder casi el sentido
Lo que a mi más me ha estremecido
Son tus ojitos, mi hija, son tus ojitos divinos
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Tradução da letra
Estremeceu me a mulher que empinava os seus filhos
Para a estrela daquela outra mãe mais velha
E como os recolhia do pó tingidos
Para enterrá los debaixo do seu coração
Estremeceu-Me a mulher do poeta, o caudilho
Sempre à sombra e preenchendo um espaço vital
Estremeceu me a mulher que incendiava os grilos
Da juba invencível daquele alemão
A rapariga abalou me
Filha daquele continente feroz
Que saiu de casa
Para outra de todas as pessoas
Tive um monte de mulheres a tremer
Mulheres de fogo, mulheres de neve
Mas o que me abalou
Até perder quase o sentido
O que mais me abalou
São os teus olhos, minha filha, são os teus olhos divinos
Estremeceu me a mulher que teve onze filhos
No tempo da farinha e um quilo de pão
E olhou para eles endurecer mastigando carinhos
Estremeceu me porque era a minha avó
Fiquei abalada por mulheres
Que a história marcou entre louros
E outras desconhecidas, gigantes
Que não há livro que as aguente
Tive um monte de mulheres a tremer
Mulheres de fogo, mulheres de neve
Mas o que me abalou
Até perder quase o sentido
O que mais me abalou
São os teus olhos, minha filha, são os teus olhos divinos
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