Silvia Perez Cruz — Pare Meu letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Pare Meu" de Silvia Perez Cruz.
Letra
Pare meu que ja no ets al poble
pare meu que potser algun dia molt discretament m’estimaves,
pare meu que te’n vas anar pel carrer sense ganes
pare meu que potser algun dia molt discret estimava
per la sang que hem corre tant brava per les venes
per les faccions de la teva cara que se’m esborra…
Com el crit que ofega el meu pit
pare meu!
per la cicatriu que et partia sencer el ventre
pare meu!
pels teus secrets de la seva, els dits de la mare
pare meu!
per les tardes pàl•lides a la cuina de casa
pare meu!
pels somnis que devien ser teus
escolant-se per la pica…
pare meu pels germans meus
escolant-se per la pica…
Que et retrobi la memòria
la memòria del pare i del fill
la memòria la gata vella
la memòria, oh, pare meu
Pels fils que em lliguen als teus noms
les teves mans i el teu crani rotund
i el teu somriure que no m’agradava…
Quan jo només volia anar a collir
pare meu!
fonoll passat el pont dels vermells
pare meu!
que retrobi intactes les meves condemnes
pare meu!
condemnes de nena de set anys
pare meu!
Trobo intactes pare meu
la teva història i la meva
pare meu juntes volent—se
la teva història i la meva…
Gall, gallina, poll, pare meu?
Gall, gallina, poll, pare meu?
Com mai no vam poder ser
com mai no podran ser ara
Com mai no vam poder ser
com mai no podran ser ara
Com mai no vam poder ser
com mai no podran ser ara
Com mai no vam poder ser
com mai no podran ser…
Gall, gallina, poll, pare meu?
Gall, gallina, poll, pare meu?
pare meu…
Pare meu que ja no ets al poble…
(Gracias a Mario por esta letra)
Tradução da letra
O meu pai disse isso porque não estás na aldeia.
o meu pai que talvez, um dia, muito discretamente eu amava,
meu pai que vás para a rua sem desejo
o meu pai que talvez, um dia, muito discreto amasse
pelo sangue que temos, ambos brava pelas veias.
pelas características do teu rosto que eu apago…
Como o grito que me sufoca o peito
o meu pai!
pela cicatriz que começaste a barriga toda
o meu pai!
pelos teus segredos, pelos dedos da mãe
o meu pai!
à tarde, Pàl * lides na cozinha em casa
o meu pai!
pelos sonhos que devem ter sido teus
escolante para a pia…
o meu pai pelos meus irmãos e irmãs
escolante para a pia…
Retrobi a memória
a memória do Pai e do filho
a memória da velha gata
memória, Oh, meu pai
Pelos fios que associo aos vossos nomes
as tuas mãos e o teu crânio ressoam
e o teu sorriso que eu não gostava…
Quando eu só queria ir para a colheita
o meu pai!
funcho depois da ponte do vermelho
o meu pai!
aquele retrobi intactou as minhas convicções
o meu pai!
condenações de uma rapariga de sete anos
o meu pai!
Eu intactei o meu pai.
a tua história e a minha
o meu pai juntos a querer ser
a tua história e a minha…
Galo, galinha, piolho, o meu pai?
Galo, galinha, piolho, o meu pai?
Como nunca pudemos ser
como nunca pode ser agora
Como nunca pudemos ser
como nunca pode ser agora
Como nunca pudemos ser
como nunca pode ser agora
Como nunca pudemos ser
como nunca pode ser…
Galo, galinha, piolho, o meu pai?
Galo, galinha, piolho, o meu pai?
o meu pai.…
O meu pai disse isso porque não estás na aldeia.…
(Gracias Mario por esta letra)