Silvia Perez Cruz — Compañero (Elegía A Ramón Sijé) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Compañero (Elegía A Ramón Sijé)" de Silvia Perez Cruz.

Letra

Yo quiero ser llorando el hortelano
de la tierra que ocupas y estercolas
compañerico del alma, tan temprano
y tanto dolor se me agrupa en mi costao que por doler me duele hasta el aliento
y un manotazo duro y un golpe helao
un hachazo invisible y homicida
un empujón brutal te ha derribado
no hay extensión más grande que mi herida
ando sobre rastrojos de difuntos
y sin calor de nadie y sin consuelo
voy de mi corazón a mis asuntos
no perdono a la muerte enamorada
no perdono a la vida desantenta
no perdono a la tierra ni a la nada
y En mis manos levanto una tormenta
de piedras, rayos y hachas y estridentes
volverás a mi huerta y a mi higuera
por los altos andamios de mis flores
pajareara tu alma colmenera
de angelicales ceras y labores
volveras al arrullo de las rejas
de los enamorados labradores
al alma del almendro de nata
te requiero que tenemos
que hablar de muchas cosas
compañero del alma, compañero.
(Gracias a pilar Galdon Rubio por esta letra)

Tradução da letra

Eu quero ser chorando o hortelão
da terra que você ocupa e estercolas
companheiro da alma, tão cedo
e tanta dor Se me agrupa na minha costaou que por doer me dói até o hálito
e um golpe duro e um golpe helao
um machado invisível e homicida
um empurrão brutal derrubou você
não há extensão maior que a minha ferida
ando sobre rastrojos de defuntos
e sem calor de ninguém e sem conforto
Vou do meu coração aos meus assuntos
não perdoo a morte apaixonada
não perdoo a vida desantenta
não perdoo a terra nem a nada
e nas minhas mãos levanto uma tempestade
de pedras, raios e machados e estridentes
vais voltar para a minha horta e para a minha figueira
pelos altos Andaimes das minhas flores
passarara a tua alma colmenera
de angelicais ceras e labores
vais voltar para o arrulho das grades
dos amantes labradores
à alma da amêndoa de nata
eu exijo que temos
do que falar sobre muitas coisas
companheiro de alma, companheiro.
(Graças a pilar Galdon Rubio por esta letra)