Silverstein — November letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "November" de Silverstein.

Letra

Fragile leaves hit the ground.
The cold air drifts into my lungs.
I see your face through the fog.
Reminds me of the dreams you lost.
I can see it in your eyes.
You’re broken down; your hands are tied.
I can feel it in my side.
Over and over and over I’ve tried.
I can see it in your eyes
You’re broken down; your hands are tied.
And I know you cannot hide.
Over and over and over I’ve tried.
It broke my heart.
It felt so good to see you.
I’ve never been one to put my trust in.
When did I become so weak, or have I always been?
I can’t put all this back in place.(Back in place)
I can see it in your eyes
You’re broken down; your hands are tied.
I can feel it in my side.
Over and over and over I’ve tried.
I can see it in your eyes
You’re broken down; your hands are tied.
And I know you cannot hide.
Over and over and over I’ve tried.
This gaping hole in my chest is filled with deceit.
I fear that all my cries fell upon deaf ears.
I caress flesh with severed nerves.
I go veiled in darkness and disease.
This November swallows me whole.
And this may be the closest thing that you’ll ever receive to an apology.
I close my eyes and I can see you dead.
I close my eyes and I can see you dead.
I close my eyes and I can see you dead.
I close my eyes and I can see you dead

Tradução da letra

Folhas frágeis caíram no chão.
O ar frio entra nos meus pulmões.
Vejo a tua cara através do nevoeiro.
Lembra-me os sonhos que perdeste.
Consigo vê-lo nos teus olhos.
Tens as mãos atadas.
Consigo senti-lo ao meu lado.
Várias vezes tentei.
Consigo vê-lo nos teus olhos.
Tens as mãos atadas.
E sei que não te podes esconder.
Várias vezes tentei.
Partiu-me o coração.
Foi tão bom ver-te.
Nunca confiei em ninguém.
Quando me tornei tão fraco, ou sempre fui?
Não posso voltar a pôr isto tudo no lugar.(De volta ao lugar)
Consigo vê-lo nos teus olhos.
Tens as mãos atadas.
Consigo senti-lo ao meu lado.
Várias vezes tentei.
Consigo vê-lo nos teus olhos.
Tens as mãos atadas.
E sei que não te podes esconder.
Várias vezes tentei.
Este buraco no meu peito está cheio de enganos.
Temo que todos os meus gritos tenham caído em ouvidos surdos.
Acaricio carne com os nervos cortados.
Vou velado na escuridão e na doença.
Este novembro engole-me.
E isto pode ser a coisa mais próxima que receberás de um pedido de desculpas.
Fecho os olhos e vejo-te morto.
Fecho os olhos e vejo-te morto.
Fecho os olhos e vejo-te morto.
Fecho os olhos e vejo-te morto.