Servando y Florentino — Casas de Cartón letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Casas de Cartón" de Servando y Florentino.
Letra
Que triste se oye la lluvia
En los techos de carton
Que triste vive mi gente
En las casas de carton
Viene bajando el obrero
Casi arrastrando los pasos
Por el peso del sufrir
Mira que mucho ha sufri.
Mira que pesa el sufrir
Arriba deja la mujer preñada
Abajo esta la ciudad
Y se pierde en su maraña
Hoy es lo mismo que ayer
En su vida sin mañana
«Ahi cae la lluvia
Viene viene el sufrimiento
Pero si la lluvia pasa
Cuando pasa el sufrimiento?
Cuando viene la esperanza?»
Niños color de mi tierra
Con sus mismas cicatricez
Millonarios de lombrices
Y por eso
Que tristes viven los niños
En las casas de carton
Que alegres viven los perros
Casa del explotador
Usted no lo va a creer
Pero hay escuelas de perros
Y les dan educacion
Pa que no muerdan los diarios
Pero el patron!
Hace años muchos años
Que esta mordiendo al obrero
Que triste se oye la lluvia
En los techos de carton
Que lejos pasa la esperanza
En las casas de carton
Que triste se oye la lluvia
En los techos de carton
Que triste se oye la lluvia
En los techos de carton
Tradução da letra
Que triste se ouve a chuva
Nos telhados da caixa
Que triste vive o meu povo
Nas casas de carton
O trabalhador está a descer
Quase arrastando os passos
Pelo peso do sofrimento
Olha o quanto sofri.
Olha que pesa sofrer
Lá em cima deixa a mulher grávida
Abaixo está a cidade
E você perde em seu emaranhado
Hoje, é o mesmo que ontem
Na sua vida sem amanhã
"Aí cai a chuva
Vem vem o sofrimento
Mas se a chuva passar
Quando o sofrimento passa?
Quando vem a esperança?»
Crianças cor da minha terra
Com as mesmas cicatrizes
Milionários de minhocas
E por isso
Que tristes vivem as crianças
Nas casas de carton
Que alegres vivem os cães
Casa do explorador
Você não vai acreditar
Mas existem escolas de cães
E dão lhes educação
Não mordam os jornais
Mas o padrão!
Anos atrás muitos anos atrás
Que está mordendo o operário
Que triste se ouve a chuva
Nos telhados da caixa
Que distância passa a esperança
Nas casas de carton
Que triste se ouve a chuva
Nos telhados da caixa
Que triste se ouve a chuva
Nos telhados da caixa