Seru Giran — Eiti Leda letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Eiti Leda" de Seru Giran.

Letra

Quiero verte la cara
Brillando como una esclava negra
Sonriendo con ganas
Lejos, lejos de casa
No tengo nadie que me acompañe a ver la mañana
Y que me dé la inyección a tiempo
Antes que se me pudra el corazón
Ni calienten estos huesos fríos, nena
Quiero verte desnuda
El día que desfilen los cuerpos
Que han sido salvados, nena
Sobre alguna autopista
Que tenga infinitos carteles
Que no digan nada
Y realmente quiero que te rías
Y que digas que es un juego no más
O me mates este mediodía, nena
Entrando al cuarto, volando bajo
La alondra ya está cerca de tu cama, nena
Quiero quedarme, no digas nada
Espera que las sombras se hayan ido, nena
No veas mi capa azul, mi pelo hasta los hombros
La luz fatal, la espada vengadora
¿No ves que blanco soy? ¿No ves?
¿No ves que blanco soy? ¿No ves?
Quiero quemar de a poco
Las velas de los barcos anclados
En mares helados, nena
Este invierno fue malo
Y creo que olvidé mi sombra en un subterráneo
Y tus piernas cada vez más largas
Saben que no puedo volver atrás
La ciudad se nos mea de risa, nena

Tradução da letra

Quero ver a tua cara
Brilhando como uma escrava negra
Sorrindo com vontade
Longe, longe de casa
Não tenho ninguém que me acompanhe a ver a manhã
E que me dê a injecção a tempo
Antes que o meu coração apodreça
Nem aqueçam estes ossos frios, querida
Quero ver te nua
No dia em que os corpos desfilarem
Que foram salvos, querida
Sobre alguma auto estrada
Que tenha infinitos cartazes
Não digam nada
E eu realmente quero que você ria
E que digas que já não é um jogo
Ou matas-me este meio-dia, querida
Entrando no quarto, voando baixo
A cotovia já está perto da tua cama, querida
Quero ficar, não digas nada
Espera que as sombras se tenham ido embora, querida
Não vejas a minha capa azul, o meu cabelo até aos ombros
A luz fatal, A espada vingadora
Não vês que sou branco? Não vês?
Não vês que sou branco? Não vês?
Quero queimar pouco a pouco
As velas dos navios ancorados
Em mares gelados, querida
Este inverno foi ruim
E acho que me esqueci da minha sombra num Metro
E suas pernas cada vez mais longas
Sabem que não posso voltar atrás
A cidade mija-nos de rir, querida