Sergio Dalma — Recuerdo crónico letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Recuerdo crónico" de Sergio Dalma.

Letra

El suave golpear
de las gotas de lluvia en la cara.
Preludio de andar
toda la noche fuera de la cama.
Ansioso de ti,
borracho de vivir,
cansado de ver puertas frente a mi nariz.
Vencido sin tener un sitio a donde ir,
buscándote en contra de mi.
Costilla de Adán,
futuro que quedó en el pasado.
Entrar a matar,
palabras de cañones recortados.
Querer despertar
aquello que al soñar
hace la ficción toda una realidad.
En el mismo lugar donde empieza el final,
empeñe todo en olvidar…
Desordenando formas de vivir,
sigo tu sombra sin calma por todo Madrid.
Contraataco y contraataca el corazón.
Huella que deja la necesidad,
autopista rumbo hacia ningún lugar…
recuerdo crónico.
Invierno de sol,
qué pena de tormenta en verano.
Ningún triunfador
en esta guerra que ya ha terminado.
Romper a llorar,
me impide despegar,
quizá por la mañana amaine el temporal.
Quizá cuando me marche me quieras buscar,
recuerdo crónico inmortal…
Desordenando formas de vivir,
sigo tu sombra sin calma por todo Madrid,
contraataco y contraataca el corazón.
Huella que deja la necesidad,
autopista rumbo hacia ningún lugar…
recuerdo crónico.

Tradução da letra

O soft bater
das gotas de chuva no rosto.
Prelúdio para andar
toda a noite fora da cama.
Ansioso por ti,
bêbado de viver,
cansado de ver portas na frente do meu nariz.
Vencido sem ter um lugar para onde ir,
à tua procura contra mim.
Costela de Adão,
futuro que ficou no passado.
Entrar e matar,
palavras de canhões cortados.
Querer acordar
aquilo que ao sonhar
torna a ficção uma realidade.
No mesmo lugar onde o fim começa,
empenhe tudo em esquecer…
Bagunçando maneiras de viver,
sigo a tua sombra calmamente por Madrid.
Contra-Ataca e Contra-Ataca o coração.
Pegada que deixa a necessidade,
auto estrada rumo a nenhum lugar…
recordação crónica.
Inverno do sol,
que pena de tempestade no verão.
Nenhum triunfador
nesta guerra que já terminou.
Romper a chorar,
isso me impede de decolar,
talvez de manhã amaine o temporal.
Talvez quando me for embora me queiras procurar,
memória crônica imortal…
Bagunçando maneiras de viver,
eu sigo sua sombra calmamente por toda Madri,
Contra-Ataca e Contra-Ataca o coração.
Pegada que deixa a necessidade,
auto estrada rumo a nenhum lugar…
recordação crónica.