Sergio Contreras — Alosno letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Alosno" de Sergio Contreras.

Letra

Bordando con hilos de ansiedad
Vuelve a casa despues de cantar
Las aceras parecen hablar
Recuerdos del maestro y su cantar
Y es que
Bordando con hilos de su ansiedad
Vuelve pa' casa andando
Despues de cantar
Las aceras parecen que van a hablar
Recuerdos del maestro y su cantar
Alosno, cosa especial, cante hondo
Aguardiente, calles estrechas
Sal de la mar y mucho mas
Pasea tus cinco sentidos por la blanca cal
Y déjate llevar, Toronjo te va a cantar
Y cantó y te encantó
Hasta te enamoró
El mundo entero lo escuchó
Y su arte te regaló, aún no se ha ido
Esta contigo, conmigo
En el fondo del corazón
Apareces y parece que da igual
Que de Huelva y sus costumbres
Ya no hay que hablar
Pues te equivocas amigo esta vez
Párate tu a escuchar
Siempre tirando tierra encima de los demás
Una barquilla en la Cinta fue a navegar
Que no se quiere más al mas llena
Sino al que mas vacio deja cuando se va
Vente, niña vente
A recoger el mineral de sus ojos
Ay ay ay
Que me enamora si tu cantas
Y yo lloro
Vente niña vente
Te bordaré mi nombre con hilo rojo
Ay ay ay
Sin tí el amor me sabe a poco
Y yo lloro
Cojo y recojo con gusto el tiempo pasado
En la plazoleta un compás, palmas, cajón
¿dónde han quedado?
Tiempos pasados
Son, son nuestras costumbres
Y le das de lado, dime
No tienes que negar donde has vivido
Donde has nacido, si tu has partido
Escucha esto que con respeto Alosno
Yo te dedico
No me quieres engañar
Llevo a Huelva por bandera
No me quieres engañar
Y aunque digan lo que quieran
A Huelva ven a escuchar
Los fandangos de la tierra
Vente, niña vente
A recoger el mineral de sus ojos
Ay ay ay
Que me enamora si tu cantas
Y yo lloro
Vente niña vente
Te bordaré mi nombre con hilo rojo
Ay ay ay
Sin tí el amor me sabe a poco
Y yo lloro
Y es que
Bordando con hilos de su ansiedad
Vuelve pa' casa andando
Despues de cantar
Las aceras parecen que van a hablar

Tradução da letra

Bordando com fios de ansiedade
Volta para casa depois de cantar
As calçadas parecem falar
Memórias do mestre e seu cantar
E é que
Bordando com fios de sua ansiedade
Volta para casa a pé
Depois de cantar
As calçadas parecem que vão falar
Memórias do mestre e seu cantar
Alosno, coisa especial, cante fundo
Aguardente, ruas estreitas
Saia do mar e muito mais
Passeie seus cinco sentidos pela blanca cal
E deixa-te levar, Toronjo vai cantar-te
E cantou e você adorou
Até te apaixonou
O mundo inteiro ouviu
E sua arte lhe deu, ainda não se foi
Está contigo, comigo
No fundo do coração
Apareces e parece que não interessa
Que de Huelva e seus costumes
Já não temos de falar
Estás enganado desta vez
Pára tu e ouve
Sempre jogando terra em cima dos outros
Uma Barquinha na fita foi navegar
Que não se quer mais ao mais cheia
Mas aquele que fica mais vazio quando se vai embora
Vem, menina vem
Recolher o mineral de seus olhos
Ai ai ai
Que me apaixona se Cantares
E eu choro
Venha menina venha
Vou bordar o meu nome com fio vermelho
Ai ai ai
Sem ti o amor sabe me a pouco
E eu choro
Eu pego e pego com prazer o tempo passado
Na praça um compasso, palmas, gaveta
onde é que eles ficaram?
Tempos passados
São, são os nossos costumes
E dás-lhe de lado, diz-me
Não tens de negar onde viveste
Onde nasceste, se tu partiste
Ouça isso que com respeito Alosno
Eu dedico te
Não me queres enganar
Estou a levar o Huelva pela bandeira
Não me queres enganar
E mesmo que digam o que quiserem
A Huelva vem ouvir
Os fandangos da terra
Vem, menina vem
Recolher o mineral de seus olhos
Ai ai ai
Que me apaixona se Cantares
E eu choro
Venha menina venha
Vou bordar o meu nome com fio vermelho
Ai ai ai
Sem ti o amor sabe me a pouco
E eu choro
E é que
Bordando com fios de sua ansiedade
Volta para casa a pé
Depois de cantar
As calçadas parecem que vão falar