Serge Reggiani — Villejuif letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Villejuif" de Serge Reggiani.

Letra

Je n’vous cris pas de Brest
Ni de Prague ni de Madrid
Moi je vous cris de France
De l’hpital de Villejuif
a va bientt faire dix annes
Qu’on me cache dans un coin
Qu’on vient me jeter la pte
Dans ma chambre chaque matin
Je ne sais pas ce que j’ai bien pu faire
Pour tre mis la fourrire
A la fourrire des humains
Qu’est-ce que je fais en pyjama
A tourner entre ces murs blancs
Appeler qui, implorer quoi
D’o je suis personne ne m’entend
Toutes mes peines sont peines perdues
Je vis mais a ne compte plus
Puisqu’ils m’ont ray des vivants
Je n’vous cris pas de Brest
Ni de Prague ni de Madrid
Moi je vous cris de France
De l’hpital de Villejuif
Ils peuvent me piquer la peau
Et me sangler mon lit
J’entends toujours mille marteaux
Rsonner dans mes insomnies
Je vois toujours des foules dfouler
Des mains et des portes fermer
Je ne trouve plus la sortie
J’ai pourtant d tre un enfant
Moi aussi j’ai d courir
Aprs des chiens, des cerf-volants
Si je pouvais y revenir
Mais je ne sais plus o dans quelle banlieue
J’ai sem les cailloux qui me Ramnerait ce jardin
Je n’vous cris pas de Brest
Ni de Prague ni de Madrid
Moi je vous cris de France
De l’hpital de Villejuif.

Tradução da letra

Não estou a gritar contigo de Brest.
Nem praga nem Madrid
Eu grito de França
Do Hospital Villejuif
em breve terá dez anos.
Que me escondem num canto
Vamos atirar a massa para cima de mim.
No meu quarto todas as manhãs
Não sei o que podia ter feito.
Para ser colocado o furrire
Para a multidão de humanos
O que faço de pijama
Para virar entre estas paredes brancas
Chama quem, implora o quê
De o eu sou ninguém me ouve
Todas as minhas tristezas são tristezas perdidas
Eu vivo mas já não conta
Desde que me Raiam vivo
Não estou a gritar contigo de Brest.
Nem praga nem Madrid
Eu grito de França
Do Hospital Villejuif
Podem picar a minha pele
E sangrar a minha cama
Ouço sempre mil martelos.
Rsonner na minha insónia
Eu sempre vejo multidões
Mãos e portas fechadas
Não consigo encontrar a saída.
Tenho um filho.
Eu também fugi.
Depois de cães, papagaios
Se eu pudesse voltar para ele
Mas já não sei em que subúrbio
Semeei os seixos que me iam destruir este jardim.
Não estou a gritar contigo de Brest.
Nem praga nem Madrid
Eu grito de França
Do Hospital Villejuif.