Serge Reggiani — Le zouave du pont de l'Alma letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Le zouave du pont de l'Alma" de Serge Reggiani.
Letra
Je m’appelle Octave
Et je fais le zouave
Sur le pont de l’Alma
Où quelquefois
Comme autrefois
J’en bave
Mais plus qu’en Afrique
Aux temps héroïques
Quand sous la chéchia
Garance. J’a-
Vais mission historique
D'éduquer les peuples
Sauvages et aveugles
De guider sur des
Torrents d’idées
Le grand troupeau qui beugle
Que j’ai de la peine
Toute la semaine
Moi qui aimait tant
Voir couler l’sang
De voir couler la Seine!
On nous redoutais comme le feu, comme la peste
De Sébastopol à Magenta à Palestro
Comme Mac-Mahon je suis parti:
«J'y suis, j’y reste!»
Pour en arriver final’ment à:
«Que d’eau, que d’eau!»
Au printemps le fleuve
Me met à l'épreuve
Comme si les frimas
N’suffisaient pas
Il faut encore qu’il pleuve
Et il monte monte
Ce lent mastodonte
J’affrontais le front
C’est un affront
A présent que j’affronte
Car j’ai de la flotte
Jusqu'à la culotte
Jusqu’au gros colon
Jusqu’aux galons
Parfois jusqu'à la glotte
Moi qu’on put connaître
Zouave et fier de l'être
Il y a des moments
Maintenant où j’en
Ai par-dessus la tête
On nous redoutais comme le feu, comme la peste
De Sébastopol à Magenta à Palestro
Comme Mac-Mahon je suis parti:
«J'y suis, j’y reste!»
Pour en arriver final’ment à:
«Que d’eau, que d’eau!»
Je m’appelle Octave
Et je fais le zouave
Sur ce pont damné
Où chaque année
Je sens qu’mon cas s’aggrave
Dans mes jambes ça bouge
J’ai des fourmis rouges
Un jour j’vais m’tirer
Faire une virée
Je vais prendre un bateau mouche
Direction le septième
Régiment que j’aime
Encore des beaux jours
Pour les Tambours
Et pour les chrysanthèmes
Paraît qu’y a une chouette
Guéguerre qui vous guette
Ça sent le crime
Et les vieux d’Crimée
Ne seraient pas de la fête
Tradução da letra
O Meu Nome É Octave.
E eu faço o zouave
Na ponte Alma
Onde às vezes
Como no passado
Estou a babar-me.
Mas mais do que em África
Aos tempos heróicos
Quando sob a Chechia
Garance. Eu tenho-
Missão histórica Vais
Para educar as pessoas
Selvagem e cego
Para orientar
Torrentes de ideias
A grande manada que ruge
Que eu sinto muito.
Toda a semana
Eu que amava tanto
Veja o fluxo sanguíneo
Para ver o Sena fluir!
Éramos temidos como fogo, como pestilência
De Sebastopol a Magenta a Palestro
Como o Mac-Mahon que deixei:
"Eu estou lá, eu estou lá!»
Para finalmente chegar:
"Que água, que água!»
Na primavera o rio
Põe-Me à prova
Como se as Frades
Bastir
Ainda está a chover.
E ele sobe
Que Mastodonte tão lento
Eu estava virado para a frente.
É uma afronta.
Agora que eu enfrento
Porque tenho uma frota.
Até as cuecas
Para o cólon grande
Até aos galões
Às vezes até à glote
A mim podíamos ter sabido
Zouave e orgulhoso de ser
Há momentos
Agora onde eu
Sobre a minha cabeça
Éramos temidos como fogo, como pestilência
De Sebastopol a Magenta a Palestro
Como o Mac-Mahon que deixei:
"Eu estou lá, eu estou lá!»
Para finalmente chegar:
"Que água, que água!»
O Meu Nome É Octave.
E eu faço o zouave
Nesta maldita ponte
Em que todos os anos
Sinto que o meu caso está a piorar.
Nas minhas pernas mexe-se
Tenho formigas vermelhas.
Um dia vou sair
Dar uma volta
Vou apanhar um barco voador.
Direcção a sétima
Regimento que amo
Ainda belos dias
Para tambores
E para crisântemos
Ouvi dizer que há uma coruja.
Gueguerre que está esperando por você
Cheira a crime.
E a antiga Crimeia
Não festejaria