Serge Reggiani — La honte de pleurer letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La honte de pleurer" de Serge Reggiani.

Letra

Il est là comme un imbécile
De la rosée au bord des cils
Le c ur abruti de chagrin
Il se regarde dans la glace
Où vaguement un ange passe
Une femme au regard lointain
Et c’est peu dire qu’il vacille
Il sent son corps piquer en vrille
Il entend les mots de l’adieu
Lui faire une blessure comme
Les meutrissures dont les hommes
Ont souiilé les mains du bon dieu
Il faudra bien qu’on me raconte
Pourquoi il faut toujours tricher
Que l’on m’explique où est la honte
Pour un homme de pleurer
Ce n’est pas grave non c’est pire
C’est le point de non revenir
C’est la sirène de la mort
Qui lui murmure des mots tendres
Des mots impossibles à entendre
Pour celui qui espère encore
A des milliers de kilomètres
Un chien peut retrouver son maître
Et lui ne craint pas ce chemin
Mais s’il venait lui rapporter
Le caillou qu’elle lui a jeté
Elle le rejetterait plus loin
Alors il fond, il se défait
Il devient son propre reflet
Il n’est plus que l’ombre de lui
Et comme son corps n’a plus de larmes
Il verse celles de son âme
Il verse celles de la pluie
Pourtant il ne veut pas mourir
Pourtant il ne veut pas pourrir
Parce qu’elle existe
Et parce qu’un jour pas impossible
Il la verra belle et paisible
Passer gaiement sur un trottoir

Tradução da letra

Ele está aqui como um idiota.
Do orvalho à borda das pestanas
O coração da dor
Ele olha para si mesmo no gelo
Onde vagamente um anjo passa
Uma mulher com um olhar distante
E isso não quer dizer que ele vacile.
Ele sente o seu corpo a picar
Ele ouve as palavras de despedida
Faz-lhe uma ferida como
Amores dos quais homens
Têm sustentado as mãos de Deus
Vais ter de me dizer.
Por que é sempre necessário fazer batota
Deixem-me ser informado onde está a vergonha
Para um homem chorar
Não importa, não é pior.
Este é o ponto de não voltar
É a sirene da morte.
Que lhe sussurrou ternas palavras
Palavras impossíveis de ouvir
Para quem ainda espera
A milhares de quilómetros de distância
Um cão pode encontrar o seu mestre.
E ele não teme assim
Mas se ele veio trazê-la de volta
A pedra que ela lhe atirou
Ela iria rejeitá-lo ainda mais
Depois derrete, derrete.
Torna-se o seu próprio reflexo
Ele é apenas a sombra dele.
E como o seu corpo já não tem lágrimas
Ele derrama os da sua alma
Derrama as da chuva
Mas ele não quer morrer.
Mas ele não quer apodrecer.
Porque existe
E porque um dia não é impossível
Ele vai vê-la bonita e pacífica
Passar alegremente no passeio