Serenity — Velatum letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Velatum" de Serenity.

Letra

A silent lake under eagle’s wings
Reflecting sky and mountains high
It’s waters hide some mystery
A plate of stone, discovered trace,
leads back to unknown days
See a witness in every pile of stones,
every place where they are standing in cirles
silent witness to the past, to times of old belief
when spirits reigned in the mountains alone
(Bridge:)
Still so many secrets
And so many tales untold remain
Their life so different to ours
Though the place we live is the same
So close to natural powers
A land that no one could tame
Where the scared spring creates a place benign
You feel fine, perceiving the ghosts of the old days
(Bridge:)
Still so many secrets
And so many tales untold remain
Their life so different to ours
Though the place we live is the same
So close to natural powers
A land that no one could tame
(Along with Chorus:)
Knowing the threats in a world of regrets
By the soothing of spirits they try
Keep the white death away saving harvest and hay
Let the tempest of demons pass by

Tradução da letra

Um lago silencioso sob as asas da águia
Céu reflector e montanhas altas
As águas escondem algum mistério
Um prato de pedra, vestígios descobertos,
leva de volta a dias desconhecidos
Vejam uma testemunha em cada pilha de pedras,
todos os lugares onde estão em circulos
testemunho silencioso do passado, de tempos de crença antiga
quando os espíritos reinavam nas montanhas sozinhos
(Ponte:)
Ainda há tantos segredos
E tantos contos por contar permanecem
A vida deles é tão diferente da nossa.
Embora o lugar onde vivemos seja o mesmo
Tão perto dos poderes naturais
Uma terra que ninguém podia domar
Onde a primavera assustada cria um lugar benigno
Sentes-te bem, a ver os fantasmas dos velhos tempos.
(Ponte:)
Ainda há tantos segredos
E tantos contos por contar permanecem
A vida deles é tão diferente da nossa.
Embora o lugar onde vivemos seja o mesmo
Tão perto dos poderes naturais
Uma terra que ninguém podia domar
(Junto com o Coro:)
Conhecendo as ameaças num mundo de arrependimentos
Pelo calmante dos espíritos tentam
Manter a morte branca longe salvando a colheita e o feno
Deixa passar a tempestade dos demónios