Second to Fire — The Eternal Pendulum letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Eternal Pendulum" de Second to Fire.
Letra
Tailor-made death hand wake, guilt spilt on bloody hands abroad
Our destiny laid to waste, the funeral pyre burning higher
Watching the rising fire, lick the roasting flesh of a liar
Consent with breaking his world, devour
Taken no solace in the dying days
Ashen skies once blue
Testament of the olden spires, netherworld philosophies
Burning to ashes the trail, the trail of empires
Watching the rising fire, lick the roasting flesh of a liar
Consent with breaking his world, devour
Requiem of forgotten ways and of what doesn’t kill you
Requiem of forgotten ways and of what doesn’t kill you
What doesn’t kill you
Scolding the child who knew too much
His eyes alive with conquest
The tongue of man stirred a cauldron
Brewing holy war
Taken no solace in the dying days, ashen skies once blue
Requiem of forgotten ways, and of what doesn’t kill you
Determination
Termination
Obliteration
Decapitation
The stigma of our despair
Tradução da letra
Mão da morte feita à medida, culpa derramada em mãos sangrentas no estrangeiro
O nosso destino desperdiçado, a pira funerária a arder mais alto.
A ver o fogo em ascensão, a lamber a carne assada de um mentiroso
Consentir em quebrar o seu mundo, devorar
Não tive consolo nos dias da morte.
Céu Cinza uma vez azul
Testament of the olden spires, netherworld philosophies
Ardendo em cinzas o trilho, O Trilho dos impérios
A ver o fogo em ascensão, a lamber a carne assada de um mentiroso
Consentir em quebrar o seu mundo, devorar
Requiem dos caminhos esquecidos e do que não te mata
Requiem dos caminhos esquecidos e do que não te mata
O que não te mata
A repreender a criança Que Sabia Demais
Seus olhos vivos de conquista
A língua do homem mexeu um caldeirão
Brewing holy war
Não tomou nenhum consolo nos dias da morte, Céu Cinza uma vez azul
Requiem de formas esquecidas, e do que não te mata
Determinacao
Terminacao
Obliteracao
Decapitacao
O estigma do nosso desespero