Şebnem Ferah — Serapmış letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Serapmış" de Şebnem Ferah.

Letra

Güneş batınca fark ettim
Bütün hayallerim caddeye uzanmış
Tüm doğru bildiklerim asfalta akmış
Hepsi serapmış
Birileri var önümde gerimde
Her yanımda yüreğimde
Kalabalığın içinde dışında
Her yerde yalnızlığımda
Karaya oturmuş eski bir gemide
Gölgesinden sıkılmış söğütte
Baktığım her yerde her aynada
Mutluluktan sürülmüş
Sanki yasaklanmış biri var
Ellerinden içilmiş şarapta
Gözlerinden okunmuş şiirde
Baktığım her yerde her aynada
Mutluluktan sürülmüş
Sanki yasaklanmış birileri var
Güneş batınca fark ettim
Bütün hayatım caddeye uzanmış
Yolun tam yarısında asfalta akmış
Her şey serapmış
Birileri var önümde gerimde
Her yanımda yüreğimde
Kalabalığın içinde dışında
Her yerde yalnızlığımda
Karaya oturmuş eski bir gemide
Gölgesinden sıkılmış söğütte
Baktığım her yerde her aynada
Mutluluktan sürülmüş
Sanki yasaklanmış biri var
Ellerinden içilmiş şarapta
Gözlerinden okunmuş şiirde
Baktığım her yerde her aynada
Mutluluktan sürülmüş
Sanki yasaklanmış birileri var

Tradução da letra

Reparei quando o sol se pôs.
Todos os meus sonhos estão na rua
Tudo o que sei é verdade, está na pista.
É tudo Miragem.
Está alguém à minha frente atrás de mim.
À minha volta no meu coração
Na multidão lá fora
Em todo o lado na minha solidão
Num velho navio que encalhou
No Salgueiro entediado pela sua sombra
Para onde quer que olhe, em cada espelho
Movido da felicidade
É como se houvesse alguém banido.
No vinho bebiam das mãos
No poema lê-se através dos olhos
Para onde quer que olhe, em cada espelho
Movido da felicidade
É como se alguém tivesse sido banido.
Reparei quando o sol se pôs.
Toda a minha vida estendida na rua
Está na pista a meio da estrada.
É tudo uma miragem.
Está alguém à minha frente atrás de mim.
À minha volta no meu coração
Na multidão lá fora
Em todo o lado na minha solidão
Num velho navio que encalhou
No Salgueiro entediado pela sua sombra
Para onde quer que olhe, em cada espelho
Movido da felicidade
É como se houvesse alguém banido.
No vinho bebiam das mãos
No poema lê-se através dos olhos
Para onde quer que olhe, em cada espelho
Movido da felicidade
É como se alguém tivesse sido banido.