Seahaven — Cobarde letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cobarde" de Seahaven.
Letra
Am I your anchor while you walk through your day?
Or am I the feather on your shoulder while I’m stuck dragging my feet?
I see you countless times throughout my day.
Each time in a different face but they’re always walking away.
How does it feel to abandon your own blood?
What a beautiful picture you paint of Love to teach your son.
Do you remember her face? Or just her body? Is that all you could retain?
Because she’s my beautiful mother, she has a heart that breaks, just like me.
Eighteen years as I was placed alongside your demons.
Built of cowardice, too timid to face them.
I’d like to believe that I was your baby in a basket.
But i’ll settle with your mistake too heavy to forget.
How does it feel to abandon your own blood?
You’re the weight of the world, you’re the power of God.
I don’t need you, I don’t need you, I need you now.
But you I have my doubts, how do you stay alive without a heart to beat?
How do you stand up straight without a spine to hold your back in place?
Am I the thorn in your side? Am I your absence of laurels to rest and hide
behind?
Because you are only a name. You’re just a deadbeat to take up space.
Do you remember her face?
Or just her body? Is that all you could retain?
Because she’s my beautiful mother,
The one that stayed right her, who Loved and Loves me.
Ghost.
Tradução da letra
Sou a vossa âncora enquanto caminhais pelo vosso dia?
Ou sou a pena no teu ombro enquanto estou a arrastar os pés?
Vejo-te inúmeras vezes durante o meu dia.
Cada vez com uma cara diferente, mas estão sempre a afastar-se.
Qual é a sensação de abandonar o próprio sangue?
Que belo quadro pintas de amor para ensinar o teu filho.
Lembras-te da cara dela? Ou apenas o corpo dela? Foi tudo o que conseguiste reter?
Porque ela é a minha linda mãe, ela tem um coração que se parte, tal como eu.
Dezoito anos quando fui colocado ao lado dos teus demónios.
Feita de cobardia, demasiado tímida para os enfrentar.
Gostava de acreditar que era o teu bebé num cesto.
Mas resolverei com o teu erro demasiado pesado para esquecer.
Qual é a sensação de abandonar o próprio sangue?
És o peso do mundo, és o poder de Deus.
Não preciso de ti, não preciso de ti, preciso de TI agora.
Mas a ti tenho as minhas dúvidas, Como Te manténs vivo sem coração para bater?
Como é que te aguentas sem coluna vertebral para te manteres no lugar?
Sou eu o espinho do teu lado? Sou a tua ausência de louros para descansar e esconder
atrás?
Porque és apenas um nome. És apenas um caloteiro para ocupar o espaço.
Lembras-te da cara dela?
Ou apenas o corpo dela? Foi tudo o que conseguiste reter?
Porque ela é a minha linda mãe.,
Aquela que ficou bem, que me amava e amava.
Santo.