Saurom — El Joven Poeta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Joven Poeta" de Saurom.

Letra

Abre la luz el día en la sombra de un rincón
Deja sonar la brisa del canto del ruiseñor
Los versos de aquel poeta entonando una canción
La aldea se congregaba esperando su canción
Oh… Oh…Oh…
En la plaza del pueblo se congregó una multitud
Odio y rostros de miedo se mezclaron con la luz,
Poeta que emprende el paso dirigiéndose hacia el Sur
Los siervos que lo seguían con su fe… puesta
en él…quieren ver…¡¡Libertad!
Campanas doblan, el día cesó
Y la noticia a manos del rey llegó
Pronto un rugido, se desató:--¡¡Matad a todos y traedme a Mock!
Hechizos caen, a oídos de joven
Y a sus discípulos esconde en el bosque
Pasan los días, y ellos se adentran,
con sus antorchas resplandece el dolor…
Y cada noche recordar… Un suspiro o un silbido, o mil cosas más
Tu camino es mi destino.
El viento cruza una canción.
Luna y Sol guían mi razón.
Y sus versos se ahogan en nuestra ilusión
Media vida escondido en el bosque se llevó
Viviendo con sus historias rebeldías de temor
Y las criaturas del bosque alababan su razón
Aquella hoguera encendida cambiaba su situación
La muerte de aquel reino deslumbraba libertad
El tiempo marcó su rostro pero no su dignidad
Toda una vida entera dedicada a recitar
No conoció aquel mundo pero ahora busca su faz…

Tradução da letra

Abra a luz o dia na sombra de um canto
Deixa soar a brisa do canto do rouxinol
Os versos daquele poeta cantando uma canção
A aldeia reunia se à espera da sua canção
Oh Oh Oh Oh Oh…
Na Praça da aldeia uma multidão se reuniu
Ódio e rostos assustadores se misturaram com a luz,
Poeta que empreende o passo indo para o sul
Os servos que o seguiam com a sua fé puesta posta
nele quieren eles querem ver Libertad liberdade!
Sinos dobram, o dia cessou
E a notícia chegou às mãos do rei
Logo um rugido se soltou: Matai a todos e trazei-me a Mock!
Feitiços cair, aos ouvidos de jovem
E esconde os seus discípulos na floresta
Os dias passam, e eles entram,
com suas tochas resplandece a dor…
E todas as noites lembrar Susp um suspiro ou um assobio, ou mil coisas mais
O teu caminho é o meu destino.
O vento atravessa uma canção.
Lua e Sol guiam a minha razão.
E seus versos se afogam em nossa ilusão
Meia-vida escondido na floresta levou
Vivendo com suas histórias rebeldias de medo
E as criaturas da floresta elogiavam sua razão
Aquela fogueira acesa mudava a sua situação
A morte daquele reino deslumbrava liberdade
O tempo marcou seu rosto mas não sua dignidade
Uma vida inteira dedicada a recitar
Não conheceu aquele mundo mas agora procura a sua face…