Saratoga — Prisión en Vida letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Prisión en Vida" de Saratoga.

Letra

El aura despierta perdida buscando el reflejo del alma.
Su pasado.
Duerme com manta de estrellas.
El frio le abraza en un sueño mientras la muerte se acerca golpeando.
¿Adonde vas? ¿que te paso?
De hielo tus lagrimas se volveran.
Eres la flor que lleva el dolor.
Eres la presa del cazador.
Prision en vida, casi olvidada.
Recuerdos y magia que marcan la piel en la injusticia que deben viir.
Prision en vida, sabor amargo.
Con sufrimiento la quieren pagar.
El viejo legado debe de acabar.
El rumbo la espera impaciente
Y paga muy caro su precio.
Tenia en las manos dos alas que robaron.
¿Aonde estas? Te quiero ver.
Golpea su padre sobre la pared.
Alli nacio, de alli se marcho.
Maldice el dia que se la llevo.
Prision en vida, casi olvidada.
Recuerdos y magia que marcan la piel en la injusticia que deben viir.
Prision en vida, sabor amargo.
Con sufrimiento la quieren pagar.
El viejo legado debe de acabar.
Su madre no olvida llorando los juegos de niña en la fuente.
El viejo disfraz de princesa.
Los recuerdos.
Paseos al bosque encantado, buscando en las nubes mil formas.
En cada piedra el misterio de los juegos.
¿Adonde ir? ¿Que te paso?
Si no estas tu, el no sabe vivir.
Que maldicion, la de seguir con el pasado golpeando en el.
Prision en vida, casi olvidada.
Recuerdos y magia que marcan la piel en la injusticia que deben viir.
Prision en vida, sabor amargo.
Con sufrimiento la quieren pagar.
El viejo legado debe de acabar.

Tradução da letra

A aura desperta perdida procurando o reflexo da alma.
O seu passado.
Dorme com cobertor de estrelas.
O frio abraça - o em um sonho enquanto a morte se aproxima batendo.
Onde vais? o que te aconteceu?
De gelo suas lágrimas se tornarão.
És a flor que leva a dor.
És a presa do caçador.
Prisão em vida, quase esquecida.
Memórias e magia que marcam a pele na injustiça que devem ver.
Prisão na vida, gosto amargo.
Com sofrimento querem pagá-la.
O velho legado deve acabar.
O rumo a espera impaciente
E paga muito caro o seu preço.
Tinha nas mãos duas asas que roubaram.
Onde estás? Quero ver-te.
Ele bate seu pai na parede.
Lá nasceu, de lá se foi.
Amaldiçoa o dia em que a levou.
Prisão em vida, quase esquecida.
Memórias e magia que marcam a pele na injustiça que devem ver.
Prisão na vida, gosto amargo.
Com sofrimento querem pagá-la.
O velho legado deve acabar.
Sua mãe não esquece chorando jogos de menina na fonte.
O velho fato de princesa.
As memórias.
Passeios para a floresta encantada, procurando nas nuvens mil formas.
Em cada pedra o mistério dos jogos.
Para onde ir? O que te aconteceu?
Se não estás tu, ele não sabe viver.
Que maldição, a de continuar com o passado batendo nele.
Prisão em vida, quase esquecida.
Memórias e magia que marcam a pele na injustiça que devem ver.
Prisão na vida, gosto amargo.
Com sofrimento querem pagá-la.
O velho legado deve acabar.