Saltatio Mortis — Todesengel letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Todesengel" de Saltatio Mortis.

Letra

Wir waren Kinder des Todesengels,
Mädchen von gleicher Gestalt,
konforme Körper, dieselben Kleider,
wir waren erst zehn Jahre alt.
A — siebzig sechs drei,
A — siebzig sechs vier,
zwei Tattoos auf Kinderhaut —
wir waren Nummern, zu zweit alleine,
ein Alptraum nur aus Hass gebaut.
Schlaf in meinem Arm, Achot.
Flieg mit mir zu fernen Sternen,
bis ans Himmelszelt.
Ich schütze uns vor schwarzen Schwingen,
zeig dir eine bessre Welt.
Doch schlafe nie bei einer Leiche,
schlaf nie mit dem Tod, Achot,
denn keine Angst und keine Zweifel
befreien uns aus dieser Not.
Nehmt mein Blut ubnd meinen Körper,
meinen Stolz und mein Gesicht,
doch niemals wird mein Wille brechen,
denn euer Opfer bin ich nicht!
Und ich vergab dem Todesengel.
Was er tat, hat mich verletzt.
Zorn und Hass sind schwarze Samen,
Saat, aus der nur Krieg erwächst.
Gib dich nie auf,
fang an zu träumen,
mach deine Träume wahr,
Taten zählen mehr als Worte,
Vergebung ist so wunderbar.
(Dank an Lea Bilek für den Text)

Tradução da letra

Éramos filhos do anjo da morte.,
Rapariga da mesma forma,
corpos conformes, mesmo vestuário,
só tínhamos dez anos.
A-763,
Um 764.,
duas tatuagens na pele das crianças —
éramos números, dois sozinhos.,
um pesadelo construído apenas a partir do ódio.
Dorme no meu braço, Achot.
Voa comigo para estrelas distantes,
até ao céu.
Eu protejo-nos das asas negras,
mostra-te um mundo melhor.
Mas nunca dormir com um cadáver,
nunca durmas com a morte, Achot.,
porque sem medo e sem dúvida
liberta-nos desta angústia.
Leva o meu sangue e o meu corpo,
o meu orgulho e o meu rosto,
mas nunca quebrarei a minha vontade,
porque eu não sou a tua vítima!
E perdoei o anjo da morte.
O que ele fez magoou-me.
Raiva e ódio são sementes negras,
Semente da qual só a guerra cresce.
Nunca desistas,
começa a sonhar,
torna os teus sonhos realidade,
Os actos são mais importantes do que as palavras,
O perdão é tão maravilhoso.
(Agradecimentos a Lea Bilek pelo texto)