Salon Victoria — Manifiesto del Pinguino Asesino letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Manifiesto del Pinguino Asesino" de Salon Victoria.

Letra

Mas ya no quiero vivir
Siendo el modelo de la esencia
Acorralado en la precuacion
De bien y mal batido con perdon
Y si me dices buena gente
Tan solo he sido indiferente
Acorazado en mi pasado, dejandome otra solucion
Otro placer, ya tengo otro placer
Otra emision, otra emision
Yo quiero ser un disidente, de lo que opina tanta gente
Jugar poquito a la anarquia
Sacalacarle canas ala policia y a mis dias
Y si viene revolucion, o si llaga la digites
En eso pongo yo mi fe
El que no page ni pena, ni yeyeye
Yo quiero ser un disidente, de lo que vota tanta gente
Poner en duda la balanza
Ya no me gusta la falasia democracia
Y si viene revolucion, o si viene el caos otra vez
Yo ya no quiero mas temer al fin y al cabo que nunca
Nada, nada, nada esta muy bien
Nada esta muy bien
Nada esta muy bien
Nada esta muy bien
Nada esta

Tradução da letra

Mas já não quero viver
Sendo o modelo da essência
Encurralado na pré-consulta
Bem e mal batido com perdão
E se me chamares boa gente
Só fui indiferente
Encouraçado no meu passado, deixando-me outra solução
Outro prazer, Já tenho outro prazer
Outra emissão, outra emissão
Eu quero ser um dissidente, do que tantas pessoas pensam
Jogar um pouco de anarquia
Sacalacar lhe cabelos grisalhos à polícia e aos meus dias
E se vem revolução, ou se chaga a digites
É nisso que eu ponho a minha fé
Aquele que não page nem pena, nem yeyeye
Eu quero ser um dissidente, do que tantas pessoas votam
Pôr em causa a balança
Já não gosto da falasia democracia
E se vem revolução, ou se vem o caos outra vez
Eu não quero mais temer ao fim e ao cabo do que nunca
Nada, nada, nada está muito bem
Nada está muito bem
Nada está muito bem
Nada está muito bem
Nada está