Sacred Mother Tongue — Anger on Reflection letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Anger on Reflection" de Sacred Mother Tongue.
Letra
All around I see the face
Of the ones with broken hearts
Why such despair in the world
Where would you like me to start
Earth is burning as it turns
Global warming has occured
Still we pump out gas and oil
And blame it on the whipping boys
We are running out of time
I am not your whipping boy
Of the words I could say I’ll just state the facts
We will no longer sit back
Officials wearing suits and masks
People dying for no gain
Decisions made behind a desk
Governments have got no shame
Need the people to revolt
Now the time to take a hold
They will lead us to our death
And put the blame on someone else
We are running out of time
I am not your whipping boy
Of the words I could say i’ll just state the facts
We will no longer sit back
Feel my words of rage
My agony reflects
On the years we’ve spent in Silence while we’re sitting on the fence
I’ll put pen to paper, read!
My words won’t be ignored i’ll be heard
Like talking into the ears of the deaf
So i’ll issue a statement of war
Now youcan take my anger, take my rage
I’ll force it in your face
Feel my words of rage
My agony reflects
On ythe years we’ve spent in Sience while we’re sitting on the fence
Tradução da letra
Em todo o lado vejo a cara
Daqueles com corações partidos
Por que tanto desespero no mundo
Por onde queres que comece?
A terra está a arder à medida que se transforma.
O aquecimento Global ocorreu
Ainda assim, bombeamos gás e petróleo.
E a culpa é dos chicoteados.
Estamos a ficar sem tempo.
Não sou o teu bode expiatório.
Das palavras que eu poderia dizer Vou apenas dizer os factos
Não nos vamos mais sentar
Funcionários que usam fatos e máscaras
Pessoas a morrer sem ganho
Decisões tomadas atrás de uma secretária
Os governos não têm vergonha
Precisam do povo para se revoltar
Agora a hora de parar
Eles vão levar-nos à nossa morte.
E culpar outra pessoa
Estamos a ficar sem tempo.
Não sou o teu bode expiatório.
Das palavras que eu poderia dizer Vou apenas dizer os factos
Não nos vamos mais sentar
Sente as minhas palavras de raiva
A minha agonia reflecte
Nos anos que passamos em silêncio enquanto estamos sentados na cerca
Vou pôr a caneta no papel, ler!
As minhas palavras não serão ignoradas serei ouvido
Como falar aos ouvidos dos surdos
Vou emitir uma declaração de guerra.
Agora podes pegar na minha raiva, na minha raiva
Vou forçá-lo na tua cara.
Sente as minhas palavras de raiva
A minha agonia reflecte
Em Y os anos que passamos em Sience enquanto estamos sentados na cerca