Sabbat — Mythistory letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mythistory" de Sabbat.

Letra

I’m standing at the
Crossroads of my life —
Nothing to lose
Each path leads to oblivion
Whichever one I choose
Rising from the ashes of my plight
I traverse filaments of light
That permeate my ethereal form —
On omnipotent threads I’m born
Unto a place where I can find
A balm to ease my troubled mind
That I may glimpse things
Yet unseen
A world not grey —
But evergreen…
And can you blame me —
Is it such a crime
To crave for one small piece
Of heaven that I can call mine?
For years I have waded
Through bland mediocrity
Watched my hopes sink
In a mire of negation
Yet why pay the cost for a
Paradise lost when here is
An Eden of natures creation?
Sisters of servitude-
Fearful and fair
Who herald good fortune
And mete out despair
Take pity upon me and
Give back my soul
So that I who am 'empty'
May once more be 'whole'
SPIRIT VOICES:
«Mortal be silent —
Take heed as we speak
Not lightly will we return
That which you seek
True wisdom walks hand in
Hand with adversity
Knowledge exists on the
Brink of uncertainty.»
The moment that I saw her face
My lust I could not hide
She knew me as no other —
Viewed me through a lovers eyes
A vision of sensual delight
Pervades my senses —
And ignites new feeling
That I can’t define
Desire for this succubus sublime
Sister, mother, virgin, whore —
She is all these and yet still more
That I could hope to understand
She takes my heart —
I take her hand …
And can you blame me —
Is it such a crime
To crave for one small piece
Of heaven that I can call mine?
All my life I have yearned —
How my spirit has burned
To taste the fruits
That my tonsure forbade
Yet here was a beauty so pure
She could truly outshine any
Star that the Lord God has made
Sisters of servitude-
Fearful and fair
Who herald good fortune
And mete out despair
Take pity upon me and
Give back my soul
So that I who am 'empty'
May once more be 'whole'
THE FAIREST OF THEM ALL:
«Brand look no further —
For that which was lost can
Be found in me if your
Distrust becomes troth
I will bestow you with
Riches untold
For I am your 'harvest-home' -
I am your soul
Come walk with me through
The vale of eternity
For you must know ere you go —
I go with thee
Corn is the gold that
Will shine in the Summertime
Leaves are the emeralds
You find in the Spring
At Autumn they turn and
As copper they burn
Then fall like the diamonds
That bleak Winter brings
From the beginning when hour —
Frost and flame collided —
The birth of the world
To proclaim
Your lives have been guided —
Decided by fate
Unaltered by chamges that
You try to make
The world nkeeps on turning —
Men still live and die
Though many have questions
So few even try
Searchfor the answers
That you have found here —
Unaware of the threads in
The web that is wyrd.»
Drowning in the waves which carry me
'cross oceans of tranquility
Lulled by the eddies of my mind —
Washed up like flotsam on the
Tides of time
I’ve no desire to return
From whence I came I came
Now I have learned
Within us all resides
A dream of days not grey —
But evergreen…
And can you blame me —
Is it such a crime
To crave for one small piece
Of Heaven that I can call mine?
For years I have waded
Through bland mediocrity
Watched my hopes sink
In a mire of negation
Yet why pay the cost for a
Paradise lost when here is
An Eden of natures creation?
All that is left of those
Times are my memories
Days long since past into
Realms of antiquity
Tales round the fireside
From old men who reminisce
Speak of lost youth and
The age of 'Mythistory'
Many a cold Winters night
She has come to me —
Easing my sorrows and
Soothing my fears
In the dreams of this old man
A soft voice still comforts me
Made young once more by
The words that I hear
«Come walk with me through
The vale of eternity
For you must know ere you go
I go with thee …
I go with thee.»

Tradução da letra

Estou de pé no
Encruzilhada da minha vida —
Nada a perder
Cada caminho leva ao esquecimento
O que eu escolher
Ressuscitando das cinzas da minha condição
Filamentos transversais de luz
Que permeiam a minha forma etérea —
On omnipotent threads i'm born
Para um lugar onde eu possa encontrar
Um bálsamo para aliviar a minha mente perturbada
Para que eu possa vislumbrar coisas
Ainda não visto
Um mundo não cinzento —
Mas sempre verde…
E podes culpar-me? —
É assim um crime?
Para ansiar por uma peça pequena
Do céu a que posso chamar o meu?
Há anos que ando a vaguear
Através da mediocridade branda
Vi a minha esperança afundar-se
Num Miro de negação
No entanto, por que pagar o custo de um
Paraíso perdido quando aqui está
Um Éden da criação da natureza?
Irmãs da servidão-
Temeroso e justo
Que anunciam a boa sorte
E liberta o desespero
Tenha piedade de mim e
Devolve a minha alma
Para que eu, que estou vazio
Que mais uma vez seja "inteiro"
VOZES ESPIRITUAIS:
"Mortal em silêncio —
Tomem atenção enquanto falamos.
Não levianamente voltaremos
O que procuras
A verdadeira sabedoria anda de mãos dadas
Mão com adversidade
O conhecimento existe na
À beira da incerteza.»
No momento em que vi a cara dela
A minha luxúria não me podia esconder
Ela conhecia-me como nenhum outro —
Via - me através dos olhos dos amantes
Uma visão de prazer sensual
Permeia os meus sentidos —
E incendeia um novo sentimento
Que não consigo definir
Desejo por este sublime succubus
Irmã, mãe, virgem, prostituta —
Ela é tudo isso e ainda mais
Que espero entender
Ela leva o meu coração —
Eu pego na mão dela. …
E podes culpar-me? —
É assim um crime?
Para ansiar por uma peça pequena
Do céu a que posso chamar o meu?
Toda a minha vida ansiei —
Como o meu Espírito ardeu
Para provar os frutos
Que o meu tonsure proibiu
Mas aqui estava uma beleza tão pura
Ela podia ofuscar qualquer um.
Estrela que o Senhor Deus fez
Irmãs da servidão-
Temeroso e justo
Que anunciam a boa sorte
E liberta o desespero
Tenha piedade de mim e
Devolve a minha alma
Para que eu, que estou vazio
Que mais uma vez seja "inteiro"
A MAIS BELA DE TODAS:
"Marca não procure mais —
Para o que foi perdido pode
Seja encontrado em mim se o seu
A desconfiança torna-se trotada
Eu te darei
Riquezas incalculáveis
Porque eu sou o teu lar da colheita. -
Eu sou a tua alma
Venha caminhar comigo através
O vale da eternidade
Pois deves saber antes de ires —
Eu vou contigo.
O milho é o ouro que
Vai brilhar no Verão
As folhas são as esmeraldas
Você encontra na primavera
No outono voltam-se e
Como cobre eles queimam
Então cai como os diamantes
Aquele inverno sombrio traz
Desde o início, quando a hora —
A geada e a chama colidiram. —
O nascimento do mundo
Proclamar
As vossas vidas foram guiadas. —
Decidido pelo destino
Inalterados por chamges que
Você tenta fazer
O mundo continua a girar —
Os homens ainda vivem e morrem
Embora muitos tenham perguntas
Tão poucos até tentam
Procurar as respostas
Que encontraste aqui —
Desconhecendo os tópicos em
A teia que é o wyrd.»
Afogando-se nas ondas que me carregam
"atravessa oceanos de tranquilidade
Embalado pelos eddies da minha mente —
Lavado como flotsam no
Marés do tempo
Não tenho desejo de voltar.
De onde vim eu vim
Agora aprendi
Dentro de nós todos reside
Um sonho de dias não cinzentos —
Mas sempre verde…
E podes culpar-me? —
É assim um crime?
Para ansiar por uma peça pequena
Do céu a que posso chamar o meu?
Há anos que ando a vaguear
Através da mediocridade branda
Vi a minha esperança afundar-se
Num Miro de negação
No entanto, por que pagar o custo de um
Paraíso perdido quando aqui está
Um Éden da criação da natureza?
Tudo o que resta desses
Os tempos são as minhas memórias
Dias passados
Reinos da antiguidade
Tales round the fireside
De velhos que recordam
Por falar em jovens perdidos e
A era da "Mitistória"
Muitos invernos frios
Ela veio ter comigo. —
Aliviando as minhas mágoas e
Acalmar os meus medos
Nos sonhos deste velho
Uma voz suave ainda me conforta
Jovem mais uma vez
As palavras que ouço
"Vem caminhar comigo através
O vale da eternidade
Pois deves saber antes de ires
Eu vou contigo. …
Eu vou contigo.»