Ry Cooder — Barrio Viejo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Barrio Viejo" de Ry Cooder.
Letra
Viejo barrio, Barrio Viejo.
Solo hay lugares parejos.
Donde un dia hubo casas,
Donde vivio nuestra raza.
Solo quedan los escombros,
De los hogares felizes,
De las alegres familias,
De esa gente que yo quise.
Por las tardes se sentaban,
Afuera a tomar el fresco.
Yo pasaba y saludaba.
Ya parece oigo al lejos.
? Como ha estado, Juanita?
Buenas tardes, Isabel.
Ahora que dices, Chalita.
? Como esta Arturo y Manuel?
Viejo barrio, Barrio Viejo,
Que en mi infancia te goze.
Y con todos mis amigos,
Iba descalzo y a pie.
Desde el Meyer hasta al Oyo,
Desde el Ocho hasta la Secia,
Desde la Secia hasta el rio;
Ese era el mundo mio.
Dicen que eramos pobres,
Pues yo nunca lo note.
Yo era feliz en mi mundo,
De aquel barrio que adore.
Bonitas las serenatas,
A las tres de la manana,
Que le cantaba mi chata,
Pegadito a su ventana.
Por la calle del convento,
La casa destruida,
Quedo como monumento
Pa’l gran amor de mi vida.
Pobrecito viejo barrio.
Como te debe doler,
Cuando en el nombre del progreso,
Te tumban otra pared.
Viejo barrio, Barrio Viejo.
Yo tambien enviejesi.
Y cuando uno ya se hace viejo,
Nadie se acuerda de ti.
Vamonos muriendo juntos.
Que me entieren en tu suelo.
Y seremos los difuntos,
Rodiados de mil recuerdos
Tradução da letra
Bairro velho, bairro velho.
Só há lugares iguais.
Onde um dia havia casas,
Onde viveu a nossa raça.
Só restam os escombros,
Das famílias felizes,
Das famílias alegres,
Das pessoas que eu queria.
À tarde sentavam se,
Lá fora para apanhar o fresco.
Eu passava e cumprimentava.
Parece que ouço à distância.
? Como tem passado, Juanita?
Boa tarde, Isabel.
Agora que dizes, Chalita.
? Como está Arturo e Manuel?
Bairro velho, bairro velho,
Que na minha infância te goze.
E com todos os meus amigos,
Estava descalço e a pé.
Do Meyer ao Al Oyo,
Do Oito à Secia,
Da Secia ao rio;
Esse era o meu mundo.
Dizem que éramos pobres,
Bem, eu nunca reparei.
Eu era feliz no meu mundo,
Daquele bairro que ele adora.
Belas serenatas,
Às três da manhã,
Que lhe cantava a minha chata,
Agarrem-se à janela.
Pela rua do convento,
A casa destruída,
Fico como monumento
Pa'l grande amor da minha vida.
Pobre bairro velho.
Como deve doer,
Quando no nome do progresso,
Deitaram-Te outra parede.
Bairro velho, bairro velho.
Eu também enviejesi.
E quando se envelhece,
Ninguém se lembra de ti.
Vamos morrer juntos.
Enterrem-me no teu chão.
E seremos os defuntos,
Rodeados de mil memórias