Rubik — The Interventionist letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Interventionist" de Rubik.

Letra

Endless towns I’ve seen called home
Guess we all hoped was concrete
To hide our backs, to warm the cracks
It all but solved and beneath the seas
Back in the cave to earn the name you gave
I hold my breath
Did you hold your breath within the lines you live in?
Yeah I know it’s a stone, just another stone
Another thing I’ve lost
I’m getting by on my own
But don’t hang up the phone
A wanting, sucking leech
Strangled, put to coffin
Matched to meet another me Oh I didn’t mean to rush you
Once again compassion ends
Hey do you know that I’m a mouse
I live in dreams
I get up by the feeling
Of things looming me Yeah but nothing too obscene
Nothing too obscene
To set you on a rope, drag home
Put you to rest
One final breath
Endless towns I’ve seen called home
We pour our souls on all this
And hide our backs to warm the cracks
My little beast you’re too obscene
My little beast wants more, yeah
But nothing too obscene
Nothing too obscene
To set you on a rope, drag home
Put you to rest
But nothing too obscene
But nothing ever is, right?
To set you on a rope, drag home
Put you to rest
Put you to rest

Tradução da letra

Cidades sem fim que vi chamadas de casa
Acho que todos esperávamos que fosse Concreto.
Para esconder as nossas costas, para aquecer as rachaduras
Tudo menos resolvido e sob os mares
De volta à caverna para ganhar o nome que deste
Sustenho a respiração.
Susteve a respiração dentro das linhas em que vive?
Sim, eu sei que é uma pedra, Só mais uma pedra.
Outra coisa que perdi
Estou a safar-me sozinho.
Mas não desligues o telefone.
Uma sanguessuga que quer chupar
Estrangulado, posto num caixão
Combinei encontrar-me com outro eu não queria apressar-te
Mais uma vez a compaixão acaba
Sabes que sou um rato
Eu vivo em sonhos
I get up by the feeling
Das coisas que me pairam Sim, mas nada muito obsceno
Nada muito obsceno
Para te pôr numa corda, arrasta-te para casa.
Pôr-te a descansar
Um último suspiro
Cidades sem fim que vi chamadas de casa
Derramamos as nossas almas em tudo isto.
E escondemos as costas para aquecer as rachaduras
Meu pequeno monstro és demasiado obsceno
O meu pequeno monstro quer mais, sim
Mas nada muito obsceno
Nada muito obsceno
Para te pôr numa corda, arrasta-te para casa.
Pôr-te a descansar
Mas nada muito obsceno
Mas nunca nada é, certo?
Para te pôr numa corda, arrasta-te para casa.
Pôr-te a descansar
Pôr-te a descansar