Rubik — Storm In A Glass Of Water letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Storm In A Glass Of Water" de Rubik.

Letra

We know how it ends
We know how it will tear us apart
Arms stretched to the ocean
Arms around the clock we’ll succumb
We know how it ends
It sure will end
It’ll take us apart
Comforting’s the way how silence
Finds its way to open arms
It followed me back home, that rat
I cracked, I felt its luring charm
It’s following me where the night begins
Across the line between
Picture blurs, the clock arms turn
I’m out of hospitality
We’ll be one
It feels like turning into something in between
It’s coming, it’s rightwards upside down
Black fortress, evil empire
It’s coming to hunt down all we are
Just scorches, towers aspired
I’m trying to find back to your arms
Black fortress, evil empire
Is coming to hunt down all we are
All we are
So the evening slipped
Into the night and then to dawn
We sent the newborn
To a faraway ship and
To a battle he would row
A few would row back
And we drank and we drank
And we drank at the cemetery gates
As always
And, as always
Surroundings in line with the taste
Of a life
Gone to waste
It’s coming, it’s rightwards upside down
Black fortress, evil empire
It’s coming to hunt down all we are
Just scorches, towers aspired
I’m trying to find back to your arms
Black fortress, evil empire

Tradução da letra

Sabemos como acaba.
Sabemos como nos vai separar.
Braços estendidos ao oceano
Braços à volta do relógio vamos sucumbir
Sabemos como acaba.
Vai acabar
Vai separar - nos
Reconfortante é a forma como o silêncio
Encontra o seu caminho para abrir os braços
Ele seguiu-me até casa, aquele rato.
Eu cedi, senti o seu charme
Está a seguir-me onde a noite começa
Através da linha entre
Imagem borrada, o relógio braços virados
Estou sem hospitalidade.
Seremos um
Parece que se está a transformar em algo no meio.
Está vindo, está virado para a direita de cabeça para baixo
Fortaleza negra, Império do mal
Está a chegar para caçar tudo o que somos
Apenas queimadas, torres aspiravam
Estou a tentar voltar para os teus braços.
Fortaleza negra, Império do mal
Vem caçar tudo o que somos
Tudo o que somos
Então a noite escorregou
Na noite e depois ao amanhecer
Enviámos o recém-nascido.
Para um navio distante e
Para uma batalha ele remaria
Alguns remavam para trás
E bebemos e bebemos
E bebemos nos portões do cemitério.
Como sempre
E, como sempre
Ambiente de acordo com o sabor
De uma vida
Foi para o lixo
Está vindo, está virado para a direita de cabeça para baixo
Fortaleza negra, Império do mal
Está a chegar para caçar tudo o que somos
Apenas queimadas, torres aspiravam
Estou a tentar voltar para os teus braços.
Fortaleza negra, Império do mal