Ruben Blades — Cipriano Armenteros letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cipriano Armenteros" de Ruben Blades.

Letra

En 1806, era el 16 de Enero, en la llanura, en Veraguas
Cayó Cipriano Armenteros: así fue!
El pueblo se reunió a ver cuando el preso, regresaba
Escoltado por la tropa que Manuel Flores mandaba
Algunos, viéndolo herido, de él, riendo, se burlaban
Cipriano, en la memoria, sus caras fotografiaba
Los hombres del bandolero al rescate se lanzaron
Por Salsipuedes pasaron, quebrando la madrugada
Emeterio y Pascual Gómez cabalgaban en vanguardia:
Medoro y Eliecer, al centro, Facundo en la retaguardia
La banda atacó de sorpresa, al galope sus caballos
El pueblo dormía, borracho; en Manuel Flores confiado
Cuando acabó el tiroteo, quedó Armenteros salvado
Así lo cuentan los viejos, así se fugó Cipriano
Y tiembla la tierra, ¡se escapó Armenteros!
Dicen que anda buscando a los que de él se rieron
En el pellejo de esa gente, hermano, estar yo no quiero!
Y tiembla la tierra, ¡se escapó Armenteros!
Las ventanas están cerradas, no se abren ni por dinero
Todas las puertas trancadas con el cerrojo del miedo
Y tiembla la tierra, ¡se escapó Armenteros!
Buscando la recompensa, llegaron del extranjero
Y cuando vieron al hombre, los importados corrieron
¡Ay, ay, ay, se escapó Armenteros!
¡Ay, ay, ay, se se fugó de nuevo!
En medio de la balacera, dice Cipriano, que Flores
Cuando le miró la cara, ¡se mojó los pantalones!
¡Se escapó Armenteros, se fugó de nuevo!
Cabalgando invencibles sobre el tiempo
Van Cipriano y su caballo «Flor de Viento»
Leyendas que hicieron nuestra historia
Su fuego alumbrando nuestra memoria

Tradução da letra

Em 1806, era 16 de Janeiro, na planície, em Veraguas
Caiu Cipriano Armenteiros: assim foi!
A cidade reuniu-se para ver quando o prisioneiro estava voltando
Escoltado pela tropa que Manuel Flores mandava
Alguns, vendo-o ferido, dele, rindo, zombavam
Cipriano, na memória, seus rostos fotografou
Os homens do bandido para o resgate foram lançados
Por Salsipuedes passaram, quebrando a madrugada
Emeterio e Pascual Gomez cavalgavam em vanguarda:
Medoro e Eliecer, ao centro, Facundo na retaguarda
A banda atacou de surpresa, galope seus cavalos
O povo dormia, bêbado; em Manuel Flores confiante
Quando o tiroteio terminou, os Armenteiros foram salvos
Assim contam os velhos, assim fugiu Cipriano
E a terra treme, os Armenteiros fugiram!
Dizem que anda à procura dos que dele riram
Na pele dessas pessoas, irmão, estar Eu não quero!
E a terra treme, os Armenteiros fugiram!
As janelas estão fechadas, não abrem nem por dinheiro
Todas as portas trancadas com a fechadura do medo
E a terra treme, os Armenteiros fugiram!
Procurando a recompensa, eles vieram do exterior
E quando viram o homem, os importados correram
Ai, Ai, Ai, escapou Armenteiros!
Ela fugiu outra vez!
No meio da balacera, diz Cipriano, que Flores
Quando olhou para a cara dele, molhou as calças!
Os Armenteiros fugiram outra vez!
Cavalgando invencíveis sobre o tempo
Van Cipriano e seu cavalo " Flor Do Vento»
Lendas que fizeram a nossa história
Seu fogo iluminando nossa memória