Rozalén — Bajar Del Mundo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Bajar Del Mundo" de Rozalén.
Letra
Paroles de la chanson Bajar del mundo:
Cierra la puerta que no me vean
Hoy lo de afuera no me interesa
Hoy las caricias me las daré yo misma.
Hoy quiero ser parte de mi fábula
Pasito a pasito y caminando hacia atrás.
Me sumerjo en las aguas de una oscuridad
Naranjas, marrones, azul y amarillo.
Descubro un leopardo en mis bolsillos
Tumbada en la cama me sobra el espacio
Levanto mis piernas. en cruz mis brazos
Dejé crecer mis elefantes
Recorren mis rodillas porque.
Hoy quiero bajar, bajar de mundo.
Hoy quiero bajar, bajar de mundo.
Hoy quiero bajar, bajar de mundo.
Hoy quiero explotar, reinventarme. y bajar
Cada pared un continente
Cada esquinita una opción
Cada vestido un personaje
Cada flor una canción
Las fotos dispersadas
Con hadas que disparan carcajadas, guiños y miradas
El gato que maúlla
Subido en esa triste y delgada media luna
Siluetas que caminan
Dando cuerda a las rotas cajitas de música
Y ese mono gordo que fuma cachimba
Me pregunta decepcionado por qué
Hoy quiero bajar, bajar de mundo.
Hoy quiero bajar, bajar de mundo.
Hoy quiero bajar, bajar de mundo.
Hoy quiero explotar, reinventarme. y bajar
Atrapada en el centro de la espiral desteñida
Me quedaré dormida
Mañana será otro día.
Tradução da letra
Paroles do chanson descer do mundo:
Fecha a porta que não me vejam
Hoje não me interessa
Hoje as carícias dar-me-ei eu mesma.
Hoje quero fazer parte da minha fábula
Passo a passo e caminhando para trás.
Eu mergulho nas águas de uma escuridão
Laranjas, marrons, azul e amarelo.
Descubro um leopardo nos meus bolsos
Deitada na cama eu tenho muito espaço
Levanto as pernas. cruzei os meus braços
Deixei crescer os meus elefantes
Percorrem os meus joelhos porque.
Hoje quero descer, descer do mundo.
Hoje quero descer, descer do mundo.
Hoje quero descer, descer do mundo.
Hoje quero explodir, reinventar-me. e descer
Cada parede um continente
Cada canto uma opção
Cada vestido um personagem
Cada flor uma canção
As fotos dispersas
Com fadas atirando em gargalhadas, piscadelas e olhares
O gato que mija
Subiu naquele triste e magro crescente
Silhuetas andando
Dando corda às quebradas caixas de música
E aquele macaco gordo que fuma cachimbo de água
Ele me pergunta desapontado por quê
Hoje quero descer, descer do mundo.
Hoje quero descer, descer do mundo.
Hoje quero descer, descer do mundo.
Hoje quero explodir, reinventar-me. e descer
Presa no centro da espiral desbotada
Vou adormecer
Amanhã será outro dia.