Rozalén — La belleza letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La belleza" de Rozalén.

Letra

Enemigo de la guerra

Y su reverso, la medalla

No propuse otra batalla

Que librar al corazón

De ponerse cuerpo a tierra

Bajo el paso de una historia

Que iba a alzar hasta la gloria

El poder de la razón

Y ahora que ya no hay trincheras

El combate es la escalera

Y el que trepe a lo más alto

Pondrá a salvo su cabeza

Aunque se hunda en el asfalto

La belleza...



Míralos, como reptiles,

Al acecho de la presa,

Negociando en cada mesa

Maquillajes de ocasión;

Siguen todos los raíles

Que conduzcan a la cumbre,

Locos por que nos deslumbre

Su parásita ambición.

Antes iban de profetas

Y ahora el éxito es su meta;

Mercaderes, traficantes,

Mas que náusea dan tristeza,

No rozaron ni un instante

La belleza...



Y me hablaron de futuros

Fraternales, solidarios,

Donde todo lo falsario

Acabaría en el pilón.

Y ahora que se cae el muro

Ya no somos tan iguales,

Tanto vendes, tanto vales,

¡viva la revolución!

Reivindico el espejismo

De intentar ser uno mismo,

Ese viaje hacia la nada

Que consiste en la certeza

De encontrar en tu mirada

La belleza…

Tradução da letra

Inimigo da guerra

E seu reverso, a medalha

Não propus outra batalha

Do que livrar o coração

De pôr corpo à terra

Sob a passagem de uma história

Que ia subir até à glória

O poder da razão

E agora que já não há trincheiras

O combate é a escada

E o que subir ao topo

Vai pôr a sua cabeça em segurança

Embora afunde no asfalto

A beleza...



Olha para eles, como répteis,

À espreita da barragem,

Negociando em cada mesa

Maquilhagens de ocasião;

Eles seguem todos os trilhos

Que conduzam à Cimeira,

Loucos por que nos deslumbra

Sua ambição parasita.

Antes iam de profetas

E agora o sucesso é seu objetivo;

Comerciantes, traficantes,

Mais que náusea dão tristeza,

Eles não roçaram nem um instante

A beleza...



E falaram me de futuros

Fraternais, solidários,

Onde tudo falsário

Acabaria no pilão.

E agora que a parede cai

Já não somos assim tão iguais,

Tanto vendes, tanto vales,

viva a revolução!

Eu Reivindico a miragem

De tentar ser você mesmo,

Aquela viagem para o nada

Que consiste na certeza

De encontrar em seu olhar

A beleza…