Rose — Mais ça va letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mais ça va" de Rose.

Letra

Tu fais si bien comme ci
L’avait pas fait comme ça
Tu fais comme un si Qui s’prend pour un la Tu fais tout c’qu’on t’dit
Tu fais comme tu dois
Dormir sur le sol
Et manger dans ton lit
Pleurer sous la douche
Te laver sous la pluie
Répondre à personne
Juste pas envie
Et puis un jour
On passe à autre chose
On ouvre nos paupières closes
Un matin on sait pas pourquoi
On sait pas comment mais ça va Chialer tous les jours
Juste pour le principe
Télé allumée
Un vrai travail d'équipe
Jusqu'à ce que l’amour
Se dissipe
Pieds et mains glacés
Parce que ce foutu sang
Hiver comme été circule pas normalement
Et reste trop près du cœur
Jusqu'à l'étouffement
Et puis un jour
On passe à autre chose
On ouvre nos paupières closes
Un matin on sait pas pourquoi
On sait pas comment mais ça va Parait qu’on est en vie
Et qu’c’est déjà beau
On respire à peine
Juste ce qu’il faut
Pour pas rester sur le carreau
Mais la peine ça se glisse
Dans tes souliers
Ca se colle à ta chemise
Comme un parfum familier
comme du pain d'épice
De la fleur d’oranger
Et puis un jour
On passe à autre chose
On ouvre nos paupières closes
Un matin on sait pas pourquoi
On sait pas comment mais ça va mais ça va mais ça va
(Merci à Melanie pour cettes paroles)

Tradução da letra

Fazes tão bem assim.
Não tendo feito
Você faz como um se quem toma por um la você faz tudo o que lhe é dito
Faz o que tens a fazer.
Dorme no chão
E come na tua cama.
A chorar no chuveiro
Lava-te à chuva
Não responder a ninguém
Só não quero
E então um dia
Seguimos em frente.
Abrimos as pálpebras fechadas
Uma manhã não sabemos porquê
Não sabemos como, mas vai gritar todos os dias.
Apenas pelo princípio
TV ligada
Um verdadeiro trabalho de equipa
Até O Amor
Dissipar
Pés e mãos congelados
Porque esse maldito sangue
Inverno à medida que o verão circula normalmente
E ficar muito perto do coração
Até à asfixia
E então um dia
Seguimos em frente.
Abrimos as pálpebras fechadas
Uma manhã não sabemos porquê
Não sabemos como, mas parece que estamos vivos.
E que já é lindo
Mal respiramos.
O que é preciso
Para não ficar no azulejo
Mas o problema escorrega
No teu lugar
Fica na tua camisa.
Como um perfume familiar
como pão de gengibre
Da flor de laranjeira
E então um dia
Seguimos em frente.
Abrimos as pálpebras fechadas
Uma manhã não sabemos porquê
Não sabemos como, mas está tudo bem, mas está tudo bem.
(Agradecimentos à Melanie por estas palavras)