Rosario — Que Se Llama Soledad letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Que Se Llama Soledad" de Rosario.

Letra

Algunas veces vuelo
Y otras veces
Me arrastro demasiado a ras del suelo
Algunas madrugadas me desvelo
Y ando como un gato en celo
Patrullando la ciudad
En busca de una gatita
A esa hora maldita
En que los bares a punto están de cerrar
Cuando el alma necesita
Un cuerpo que acariciar
Algunas veces vivo
Y otras veces
La vida se me va con lo que escribo;
Algunas veces busco un adjetivo
Inspirado y posesivo
Que te arañe el corazón;
Luego arrojo mi mensaje
Se lo lleva de equipaje
Una botella…, al mar de tu incomprensión
No quiero hacerte chantaje
Solo quiero regalarte esta canción
Y algunas veces suelo recostar
Mi cabeza en el hombro de la luna
Y le hablo de esa amante inoportuna
Que se llama soledad
Y algunas veces suelo recostar
Mi cabeza en el hombro de la luna
Y le hablo de esa amante inoportuna
Que se llama soledad
Que se llama soledad
Algunas veces gano
Y otras veces
Pongo un circo y me crecen los enanos;
Algunas veces doy con un gusano
En la fruta del manzano
Prohibido del padre Adan;
O duermo y dejo la puerta
De mi habitación abierta
Por si acaso se te ocurre regresar;
Mas raro fue aquel verano
Que no paro de nevar
Y algunas veces suelo recostar
Mi cabeza en el hombro de la luna
Y le hablo de esa amante inoportuna
Que se llama soledad
Y algunas veces suelo recostar
Mi cabeza en el hombro de la luna
Y le hablo de esa amante inoportuna
Que se llama soledad
Que se llama soledad

Tradução da letra

Às vezes voo
E, outras vezes,
Eu rastejo muito ao nível do chão
Algumas madrugadas me desvelo
E ando como um gato no cio
Patrulhando a cidade
À procura de uma gatinha
A essa hora maldita
Em que os bares prestes a fechar
Quando a alma precisa
Um corpo para acariciar
Às vezes vivo
E, outras vezes,
A vida sai me com o que escrevo;
Às vezes procuro um adjetivo
Inspirado e possessivo
Que te arranhe o coração;
Depois atiro a minha mensagem
Leva o de bagagem
Uma garrafa al ao mar da tua incompreensão
Não te quero chantagear
Só quero dar te esta canção
E às vezes eu costumo deitar
Minha cabeça no ombro da lua
E falo lhe daquela amante inoportuna
Que se chama solidão
E às vezes eu costumo deitar
Minha cabeça no ombro da lua
E falo lhe daquela amante inoportuna
Que se chama solidão
Que se chama solidão
Às vezes ganho
E, outras vezes,
Eu coloco um circo e os anões crescem para mim;
Às vezes dou com um verme
Na fruta da macieira
Proibido pelo padre Adan;
Ou durmo e deixo a porta
Do meu quarto aberto
Caso te lembres de voltar;
Mais estranho foi aquele verão
Que não paro de nevar
E às vezes eu costumo deitar
Minha cabeça no ombro da lua
E falo lhe daquela amante inoportuna
Que se chama solidão
E às vezes eu costumo deitar
Minha cabeça no ombro da lua
E falo lhe daquela amante inoportuna
Que se chama solidão
Que se chama solidão