Rosana — Siempre de frente letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Siempre de frente" de Rosana.

Letra

Si quieres verme caer del cielo
Tendrs que cortar el aire
Es imposible que la corriente
No sople en alguna parte
Arame el corazn encadname las alas
Que siempre quedan los que me quieren
Que siempre quedan los que me desatan
Ay, ay, ay, ay, ay Que estando en la cuerda floja
No consigue nada el que no se moja
Ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay Que cuando elevas el vuelo
El que no aletea se cae primero
Si quieres verme caer del cielo
Tendrs que ponerle ganas
Es imposible que tu me arranques
Le fuerza que Dios me manda
Arame el corazn
Envenname la herida
Que siempre quedan los que me quieren
Que siempre quedan los que me la cuidan
Ay, ay, ay, ay, ay Que estando en la cuerda floja
No consigue nada el que no se moja
Ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay Que cuando elevas el vuelo
El que no aletea se cae primero
Y se cae primero, que se ve vencido
El que no arriesga mas de lo debido
El que se cae se aguanta y nunca se levanta
Hay que nadar hacia la esperanza
Alzar el vuelo intntalo de nuevo
Y da la vida con el alma en cueros
Siempre de frente cuando hay contracorriente
Que en la orilla esta la suerte
Ay, ay, ay, ay, ay Que estando en la cuerda floja
No consigue nada el que no se moja
Ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay Que cuando elevas el vuelo
El que no aletea se cae primero
Primero al suelo se cae
Ay, ay, ay, ay, ay Que cuendo elevas el vuelo
El que no aletea se cae primero
Ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay, ay Que estando en la cuerda floja
No consigues nada si no te mojas
Y se cae primero, que se ve vencido
El que no arriesga mas de lo debido
El que se cae se aguanta y nunca se levanta
Hay que nadar hacia la esperanza
Alzar el vuelo intntalo de nuevo
Y da la vida con el alma en cueros
Siempre de frente cuando hay contracorriente
Que en la orilla esta la suerte

Tradução da letra

Se me queres ver cair do céu
Vais ter de cortar o ar
É impossível para a corrente
Não sopre em algum lugar
Arame o coração encadername as asas
Que há sempre aqueles que me amam
Que sempre restam os que me desamarram
Ai, ai, ai, ai, ai Que estando na corda bamba
Não consegue nada o que não se molha
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai que quando você levantar o vôo
O que não flutua cai primeiro
Se me queres ver cair do céu
Vais ter de lhe dar vontade
É impossível que me arranques
Força o que Deus me manda
Arame o coração
Envenename a ferida
Que há sempre aqueles que me amam
Que sempre restam os que cuidam de mim
Ai, ai, ai, ai, ai Que estando na corda bamba
Não consegue nada o que não se molha
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai que quando você levantar o vôo
O que não flutua cai primeiro
E cai primeiro que se vê vencido
Aquele que não arrisca mais do que devia
Aquele que cai aguenta se e nunca se levanta
Temos de nadar para a esperança
Levante o vôo intntalo novamente
E dá a vida com a alma em couros
Sempre de frente quando há contracorrente
Que na costa está a sorte
Ai, ai, ai, ai, ai Que estando na corda bamba
Não consegue nada o que não se molha
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai que quando você levantar o vôo
O que não flutua cai primeiro
Primeiro no chão ele cai
Ai, ai, ai, ai, ai Que quando elevas o voo
O que não flutua cai primeiro
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai Que estando na corda bamba
Não consegues nada se não te molhares
E cai primeiro que se vê vencido
Aquele que não arrisca mais do que devia
Aquele que cai aguenta se e nunca se levanta
Temos de nadar para a esperança
Levante o vôo intntalo novamente
E dá a vida com a alma em couros
Sempre de frente quando há contracorrente
Que na costa está a sorte