Romain Humeau — Prends Ma Main letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Prends Ma Main" de Romain Humeau.

Letra

Avant que le temps ne soit venu
Et que la Faucheuse frappe à ma porte
Il me faudrait aller sentir combien
La fragilité des hommes est belle
Avant que n’apparaisse aux embrasures
L’ombre de l’infâme putain
Qui daignera me faire tourner de l’oeil
J’irai bien pisser sur les grolles
Des bonimenteurs
Comme on pisse
Sur l’autorité du corps qui meurt
Comme je te dis là, maintenant
Prends ma main
Et serre la fort
Pense que si rien n’est sûr
Il est un torrent qui charrie de l’or
On pansera nos blessures
Pour se blesser encore
Mais
Prends ma main
Et serre la fort Jusqu'à la déchirure
Et peut-être plus encore Prends ma main
On verra bien
Après les déluges, aprés les déjantes
Après les grimaces, les rires, l’acide
Et le vide
J’irai bien sentir vibrer les mondes
À travers l’autre
Lui dire que j’l’aime
Brasser de l’air
Oui, je sais, c’est pas brasser les sous
La litanie des vauriens c’est des clous
Mais c’est çà ou rien
Juste qu’on s’en fout, allez
Prends ma main
Et serre la fort Pense que si rien n’est sûr
Il est un torrent qui charrie de l’or
On pansera nos blessures
Pour se blesser encore
Mais
Prends ma main
Et serre la fort
Jusqu'à la déchirure
Et peut-être plus encore
Prends ma main
On verra bien
Avant que les temps ne soient venus
Et que la Faucheuse ne fasse grincer
Sa poussette au vent
Je n’saurai toujours pas qui tu es
Mais tu m’auras porté
Aux limites des instants
Comme s’ils étaient les derniers
Quand le désir engendre l'événement
Le choeur de folles, la morale des fous
Prends moi tout
Prends ma main
Et serre la fort Pense que si rien n’est sûr
Il est un torrent qui charrie de l’or
On pansera nos blessures
Pour se blesser encore
Mais
Prends ma main
Et serre la fort
Jusqu'à la déchirure
Et peut-être plus encore
Prends ma main
On verra bien

Tradução da letra

Antes do tempo chegar
E deixa o cortador bater à minha porta
Eu teria que ir sentir o quanto
A fragilidade dos homens é bela
Antes que apareça nos abraços
Sombra da infame prostituta
Quem se dignará a virar-me os olhos
Vou mijar nos grolles.
Dos bonamenteurs
Como mijar
Sob a autoridade do corpo moribundo
Como te estou a dizer, agora
Agarra a minha mão.
E espremer o forte
Pensa que se nada for certo
É uma torrente que carrega ouro
Vamos tratar das nossas feridas.
Para me magoar outra vez
Mas
Agarra a minha mão.
E aperte o forte até a lágrima
E talvez ainda mais pegar na minha mão
Veremos.
Depois das inundações, depois das loucas
Depois dos grimaces, riso, ácido
E o vazio
Vou sentir os mundos vibrar
Através um do outro
Diz-lhe que o amo.
Ar de cerveja
Sim, eu sei, não é Cerveja.
A ladainha dos patifes são pregos
Mas é isto ou nada
Não quero saber, vamos.
Agarra a minha mão.
E aperta o forte pensa que se nada for seguro
É uma torrente que carrega ouro
Vamos tratar das nossas feridas.
Para me magoar outra vez
Mas
Agarra a minha mão.
E espremer o forte
Até à lágrima
E talvez mais
Agarra a minha mão.
Veremos.
Antes dos tempos chegarem
E que o cortador de relva não faça barulho
O carrinho ao vento
Continuo sem saber quem és.
Mas tu vais levar-me
Nos limites dos momentos
Como se fossem os últimos
Quando o desejo engendra o evento
O coro dos Tolos, a moral dos tolos
Tira-me tudo
Agarra a minha mão.
E aperta o forte pensa que se nada for seguro
É uma torrente que carrega ouro
Vamos tratar das nossas feridas.
Para me magoar outra vez
Mas
Agarra a minha mão.
E espremer o forte
Até à lágrima
E talvez mais
Agarra a minha mão.
Veremos.