Roberto Tapia — Creí letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Creí" de Roberto Tapia.
Letra
Crei que era cierto
Crei que no era un juego
Me diste una apuñalada
Y ahora siento que estoy muerto
Crei cuando me besabas
Y mi cuerpo acariciabas
Saliste mas mentirosa
Y ahora ya estas mas cancelada
Crei en tus palabras
Y hasta en tu tierna mirada
No se porque me mentiste
Me desbaraste el alma
El dolor que navego es profundo
Y otra herida ya no la soporto
No quisiera nunca enamorarme
Pues todo el tiempo me hacen pedazos
El dolor que navego es profundo
Y otra herida ya no la soporto
No quisiera nunca enamorarme
Pues todo el tiempo me hacen pedazos
Crei cuando me besabas
Y mi cuerpo acariciabas
Saliste mas mentirosa
Y ahora ya estas mas cancelada
Crei en tus palabras
Y hasta en tu tierna mirada
No se porque me mentiste
Me desbaraste el alma
El dolor que navego es profundo
Y otra herida ya no la soporto
No quisiera nunca enamorarme
Pues todo el tiempo me hacen pedazos
El dolor que navego es profundo
Y otra herida ya no la soporto
No quisiera nunca enamorarme
Pues todo el tiempo me hacen pedazos
Tradução da letra
Pensei que era verdade
Pensei que não era um jogo
Deste Me uma facada
E agora sinto que estou morto
Acreditei quando me beijavas
E o meu corpo acariciava te
Saíste mais mentirosa
E agora já estás mais cancelada
Acreditei nas tuas palavras
E até no teu olhar terna
Não sei porque me mentiste
Estragaste me a alma
A dor que eu navego é profunda
E outra ferida já não a suporto
Não queria nunca me apaixonar
Estão sempre a dar cabo de mim
A dor que eu navego é profunda
E outra ferida já não a suporto
Não queria nunca me apaixonar
Estão sempre a dar cabo de mim
Acreditei quando me beijavas
E o meu corpo acariciava te
Saíste mais mentirosa
E agora já estás mais cancelada
Acreditei nas tuas palavras
E até no teu olhar terna
Não sei porque me mentiste
Estragaste me a alma
A dor que eu navego é profunda
E outra ferida já não a suporto
Não queria nunca me apaixonar
Estão sempre a dar cabo de mim
A dor que eu navego é profunda
E outra ferida já não a suporto
Não queria nunca me apaixonar
Estão sempre a dar cabo de mim