Roberto Goyeneche — Margarita Gauthier letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Margarita Gauthier" de Roberto Goyeneche.

Letra

Milonguera, bullanguera, que la vas de alma de loca
La que con su risa alegre, vibrar hace el cabaret
La que lleva la alegría en los ojos y en la boca
La que siempre fue la reina de la farra y el placer
Todo el mundo te conoce de alocada y jaranera
Todo el mundo dudaría lo que yo puedo jurar
Que te he visto la otra noche parada ante una vidriera
Contemplando a una muñeca con deseos de llorar
Te pregunté qué tenías, y me respondiste: «Nada»
Pero advertí al verte tan turbada
Que era tu intento ocultarme la verdad
La sonrisa que tus labios dibujaban quedó helada
Y una imprevista lágrima traidora
Como una perla de tus ojos fue a rodar
Quién creyera, milonguera, vos que siempre te reíste
Y que siempre te burlaste de la pena y del dolor
Ibas a mostrar la hilacha poniéndote seria y triste
Ante una pobre muñeca modestita, y sin valor
Yo te guardaré el secreto, no te aflijas, milonguita
Por mí nunca sabrá nadie que has dejado de reír
Y no vuelvas a mirar a la pobre muñequita
Que te recuerda una vida que ya no puedes vivir
Ríe siempre, milonguera, bullanguera, casquivana
Para qué quieres amargar tu vida
Pensando en esas cosas que no pueden ser
Corre un velo a tu pasado, sé milonga, sé mundana
Para que así los hombres no descubran
Tus amarguras, tus tristezas de mujer

Tradução da letra

Milonguera, bullanguera, que a Vais de alma de louca
A que com seu riso alegre, vibrar faz o cabaré
Aquela que traz alegria nos olhos e na boca
Aquela que sempre foi a rainha da farra e do prazer
Toda a gente te conhece de louca e jaranera
Todos duvidariam do que eu posso jurar
Que te vi na outra noite parada diante de uma vitral
Contemplando uma boneca com desejos de chorar
Perguntei - Te o que tinhas e respondeste: "Nada»
Mas eu avisei quando te vi tão perturbada
Que era a tua tentativa de esconder a verdade de mim
O sorriso que seus lábios desenhavam ficou gelado
E uma lágrima traidora imprevista
Como uma pérola de seus olhos foi rolar
Quem acreditaria, milonguera, tu que sempre te riste
E que sempre zombaste da dor e da dor
Você ia mostrar a hilacha ficando séria e triste
Diante de uma pobre boneca modestita, e sem valor
Eu guardo-te o segredo, não te aflijas, milonguita
Por mim ninguém saberá que paraste de rir
E não voltes a olhar para a pobre boneca
Que te lembra uma vida que já não podes viver
Ri sempre, milonguera, bullanguera, casquivana
Para que queres amargar a tua vida
Pensando nessas coisas que não podem ser
Corra um véu para o seu passado, seja milonga, seja mundana
Para que assim os homens não descubram
As tuas amarguras, as tuas tristezas de mulher