Roberto Goyeneche — El Cantor De Buenos Aires letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Cantor De Buenos Aires" de Roberto Goyeneche.

Letra

Voy mirando atrás y al comprobar
Que el tiempo nuevo se llevó la franja, el taco militar
Yo voy notando aquí en la zurda
Que el corazón me hace una burla
Nada duele tanto como ver
Desenrrollar del carretel el hilo de la juventud
Adiós glicinas, emparrados y malvones
Todo, todo ya se fue
¿Donde estarán los puntos del boliche aquel
En el que yo cantara mi primer canción?
¿Y aquellos patios donde pronto conquisté
Aplausos tauras, los primeros que escuché?
¿Dónde estarán Traverso, el Cordobés y el Noy
El Pardo Augusto, Flores y el Morocho Aldao?
Así empezó mi vuelo de zorzal
Los guapos del Abasto rimaron mi canción
Soy aquel cantor del arrabal
Jilguero criollo que pulsó la humilde musa de percal
Me acuerdo de hace veinte abriles
De aquellos bailes a candiles
Cuando de una oreja iba colga’o
Como un hachazo en el costa’o la mancha roja de un clavel
Muchachos, todo lo ha llevado el almanaque
Todo, todo ya se fue
¿Donde estarán los puntos del boliche aquel
En el que yo cantara mi primer canción?
¿Y aquellos patios donde pronto conquisté
Aplausos tauras, los primeros que escuché?
¿Dónde estarán Traverso, el Cordobés y el Noy
El Pardo Augusto, Flores y el Morocho Aldao?
Así empezó mi vuelo de zorzal
Los guapos del Abasto rimaron mi canción

Tradução da letra

Vou olhar para trás e verificar
Que o tempo novo levou a faixa, o taco militar
Eu vou notar aqui na esquerda
Que o coração me faz uma zombaria
Nada dói tanto como ver
Desenrolar do carretel a linha da Juventude
Adeus glicínias, murros e malvões
Tudo, tudo já se foi
Onde estarão os pontos do boliche aquele
Onde eu cantaria a minha primeira canção?
E aqueles pátios onde logo conquistei
Aplausos tauras, os primeiros que ouvi?
Onde estarão Traverso, o Cordobês e o Noy
O Pardo Augusto, Flores e o Morocho Aldao?
Foi assim que começou o meu voo de tordo
Os bonitos do Abasto rimaram a minha canção
Sou aquele cantor do arrabal
Pintassilgo Crioulo que pulsou a humilde musa de percal
Lembro me há vinte anos
Daqueles bailes para candiles
Quando de uma orelha estava pendurado
Como um machado no costa'ou a mancha vermelha de um cravo
Pessoal, o almanaque levou tudo
Tudo, tudo já se foi
Onde estarão os pontos do boliche aquele
Onde eu cantaria a minha primeira canção?
E aqueles pátios onde logo conquistei
Aplausos tauras, os primeiros que ouvi?
Onde estarão Traverso, o Cordobês e o Noy
O Pardo Augusto, Flores e o Morocho Aldao?
Foi assim que começou o meu voo de tordo
Os bonitos do Abasto rimaram a minha canção