Roberto Goyeneche — Cordón letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cordón" de Roberto Goyeneche.

Letra

Duro, como el alma de un fronton
sos un penal de curdas y mosquitos,
Largo y pisoteado cinturon
de una ciudad que va creciendo a gritos
Si te habras mamado de alquitran,
de pucho y celofan de correntadas;
panteon de rata enamorada,
que cruza sin mirar, el callejon,
Sobre el almanaque de tu piel,
corrio la miel de trompos y querellas
viejo cordon de mi vereda
la luna y el hollin te hicieron gris.
Contame un poco mas, del tiempo aquel
en que el tranvia te afeitaba,
cueando la noche era un hollin,
de taco y de carmin en la enramada
Contame un poco mas, del tiempo aquel
que se llevo la alcantarilla,
viejo cordon de mi vereda,
el unico peaton, sos vos.
Sobre el almanaque de tu piel…

Tradução da letra

Duro, como a alma de um fronton
você é um criminoso de curdas e mosquitos,
Longo e pisoteado cinturon
de uma cidade que vai crescendo a gritos
Se tivesses chupado de alquitran,
de pucho e celofan de correntadas;
panteon de rato apaixonado,
que cruza sem olhar, o becos,
Sobre o almanaque da sua pele,
corria o mel de trombos e querelas
velho fio da minha vereda
a lua e o hollin tornaram-te cinzento.
Conte-me um pouco mais, do tempo aquele
em que o eléctrico te rapava,
cuando a noite era um hollin,
de taco e de carmin no reboco
Conte-me um pouco mais, do tempo aquele
que levou o esgoto,
velho fio da minha vereda,
o único pedestre, és tu.
Sobre o almanaque da sua pele…