Roberto Goyeneche — Buenos Aires Conoce letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Buenos Aires Conoce" de Roberto Goyeneche.
Letra
Buenos Aires conoce mi aturdida ginebra
El silbido más mio, mi gastado camino…
Buenos Aires recuerda mi ventana despierta
Mis bolsillos vacios, me esperanza de a pie
Buenos Aires conoce mi mujer y mi noche
Mi café y mi cigarro, mi comida y mi diario
Buenos Aires me tiene apretado a su nombre
Atrapado en sus calles, ambulando de a pie
Refugio de mis largas madrugadas
Abrigo de mi verso y de mi sino
Su cielo de gorrion, su luna triste
Son cosas que también viven conmigo
Esquina de las cuadras de mi vida
Guarida de mis sueños más absurdos
Embarcadero gris de mi ambición de luz
Secreta latitud de mi canción
Inventor del misterio, bandoneón gigantesco
Buenos Aires escucha mi silencio y mi lucha
El recuerda conmigo las monedas azules
Y me presta el olvido de su ir y venir
Sus gorriones sin techo, su cintura de rio
Son también algo mio, yo también los respiro
Buenos Aires es un duende, una copa de vino
Ese amigo sin nombre que se encuentra al azar
Tradução da letra
Buenos Aires conhece o meu Gin atordoado
O assobio mais meu, meu caminho gasto…
Buenos Aires lembra te da minha janela
Meus bolsos vazios, eu espero a pé
Buenos Aires conhece minha esposa e minha noite
O meu café, o meu charuto, a minha comida e o meu diário
Buenos Aires tem me apertado ao seu nome
Preso em suas ruas, andando a pé
Abrigo das minhas longas madrugadas
Abrigo do meu verso e do meu Fate
Seu céu de pardal, sua lua triste
São coisas que também vivem comigo
Esquina das quadras da minha vida
Covil dos meus sonhos mais absurdos
Cais cinzento da minha ambição de luz
Latitude Secreta da minha canção
Inventor do mistério, bandoneão gigantesco
Buenos Aires Ouça meu silêncio e minha luta
Ele lembra me as moedas azuis
E empresta me o esquecimento de ir e vir
Seus pardais sem teto, sua cintura de rio
Eles também são uma coisa minha, eu também os respiro
Buenos Aires é um duende, um copo de vinho
Aquele amigo sem nome que se encontra ao acaso