Roberto Angelini — Venere letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Venere" de Roberto Angelini.
Letra
rinchiusa nei castelli suoi dell’anima
s’inebria dei fatui profumi di rosa
Ed io attratto
improvvisamente
mi ritrovai privo
anche dell’ultima difesa
E nevicano fiocchi bianchi di polline
che mi gelano il sangue
Ho paura io come te Solo che io a un passo
improvvisamente
le crollai addosso
anche dell’ultima lacrima
E nevicano fiocchi bianchi di polline
che mi gelano il sangue
Ho paura io come te Torna presto perche' sai
con te la notte e' un’onda
che non muore mai
Fiocchi bianchi di polline
occhi stanchi di Venere
che mi gelano il sangue…
(Grazie a geishaisterica per questo testo)
Tradução da letra
trancada nos seus castelos da alma
s'inebria of the fairy scents of Rose
E eu atraí
subitamente
Dei por mim privado
até a última defesa
E flocos de pólen de Branca de neve
que congelam o meu sangue
Receio estar tão assustada como tu.
subitamente
Caí em cima dela.
até a última lágrima
E flocos de pólen de Branca de neve
que congelam o meu sangue
Estou tão assustada como tu voltas em breve porque sabes
contigo a noite é uma onda
que nunca morre
Flocos de pólen brancos
olhos cansados de Vénus
que congelam o meu sangue…
(Agradecimentos a geishaistérica por este texto)