Rita Indiana & Los Misterios — Oigo voces letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Oigo voces" de Rita Indiana & Los Misterios.
Letra
Ando sola, oigo voces
No cono’co, a esa gente
No son gente, son a veces, como sombras en la mente
Entonces se me mete tremendo miedo a la muerte
Tremenda tembladera con un crujir de mis dientes
Yo nunca he estado muerta pero si he estado dormida
Y por lo que me dicen no son cosas parecidas
Dímelo ven a ver
Tu ere' un muerto y yo lo se
Dímelo como e no tiene dedos no pies
Pero voz eso si porque yo te escucho a ti
Cantando la canción que ahora canto aquí
Ando sola, oigo voces
No cono’co, a esa gente
No son gente, son a veces, como sombras en la mente
A ver, a ver
El trago ‘e lo muerto
No e' que ello ten tuerto
Es que ellos se fueron en un barco que no ha vuelto
E' que ello' 'tan suelto
Y se te encaraman por la rama a ti y a tu mamá
Fanta’ma bueno que camina conmigo
Te pongo flores, de ti nunca me olvido
Fanta’ma malo que anda muy confundido
Prendo una vela pa' que encuentre el camino
Fanta’ma sola, que ha perdido a sus hijos
Te pongo agua pa' baña'me contigo
Fanta’ma vieja que sabe lo que digo
Toma un cigarro pa' que fume conmigo
La gente e' gente aunque
Te muerta o te viva
Y por donde pasan van dejando una resina
Y dentro de ese ámbar queda depositado
Todo lo atardecere y to' lo trago
Detrá' de la puerta te van a salí
Tu sabe' que si, tu sabe' que si
Con sus ojo' de remolino
Y su vetido de telaraña
¿Quién fue que llegó?
No fui yo ni fueron ello
Yo creo que fueron lo mi’terio
Quién fue que te abrió la puerta y te vió te dió
Fueron ello'
Fanta’ma bueno que camina conmigo
Te pongo flores, de ti nunca me olvido
Fanta’ma malo que anda muy confundido
Prendo una vela pa' que encuentre el camino
Fanta’ma sola, que ha perdido a sus hijos
Te pongo agua pa' baña'me contigo
Fanta’ma vieja que sabe lo que digo
Toma un cigarro pa' que fume conmigo
Fanta’ma bueno
Tradução da letra
Ando sozinha, ouço vozes
Não conheço essas pessoas
Não são pessoas, são, às vezes, como sombras na mente
Então fico com medo da morte
Tremenda tremor de terra com uma crise dos meus dentes
Eu nunca estive morta mas se estive a dormir
E pelo que me dizem não são coisas parecidas
Diz me vem ver
Tu és um morto e eu sei
Diga me como e não tem dedos não Pés
Mas voz isso sim porque eu te ouço a ti
Cantando a música que agora canto Aqui
Ando sozinha, ouço vozes
Não conheço essas pessoas
Não são pessoas, são, às vezes, como sombras na mente
Vamos ver, vamos ver
A bebida ' e o morto
Não e ' que isso tenha um olho
É que eles partiram num barco que não voltou
E' que isso '' tão solto
E você fica empoleirado pelo ramo você e sua mãe
Fanta'ma bom que caminha comigo
Ponho-Te flores, nunca me esqueço de TI
Fanta'ma mau que anda muito confuso
Eu atendo uma vela pa ' que encontre o caminho
Fanta'ma sozinha, que perdeu seus filhos
Ponho - Te água para tomar banho contigo
Fanta'ma velha que sabe o que digo
Tome um charuto pa ' que fume comigo
As pessoas e' pessoas embora
Morta ou viva
E por onde passam vão deixando uma resina
E dentro desse âmbar fica depositado
Todo o pôr do sol e beber
Vamos sair da porta
Você sabe que sim, você sabe que sim
Com seus olhos ' redemoinho
E o seu vet de teia de aranha
Quem é que chegou?
Não fui eu nem foram eles
Acho que foram os mi'Terios
Quem te abriu a porta e te viu deu te
Foram eles'
Fanta'ma bom que caminha comigo
Ponho-Te flores, nunca me esqueço de TI
Fanta'ma mau que anda muito confuso
Eu atendo uma vela pa ' que encontre o caminho
Fanta'ma sozinha, que perdeu seus filhos
Ponho - Te água para tomar banho contigo
Fanta'ma velha que sabe o que digo
Tome um charuto pa ' que fume comigo
Fanta'ma bom