Ricky Martin — Isla Bella letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Isla Bella" de Ricky Martin.
Letra
Tierra, aquí nació mi canto, mi bandera
Sonrisas que se cuelan por la puerta del balcón
Y este viaje que hoy me trae de vuelta
Lejos, no sabes cuánto echo de menos
El ruido de mi pueblo y la caricia de este mar
Cuando no estoy contigo yo te invento
Traigo oxidado el corazón, me hace falta cuerda
Mi alma necesita transfusión
Sangre de mi tierra…
Regreso a la cuna que me vio nacer
Regreso a ese barrio que me vio correr
Lo que fui, lo que soy y seré por mi isla bella
De vuelta al refugio que calma el dolor
Y huele el recuerdo del primer amor
Lo que fui, lo que soy y seré por mi isla bella
Lento, las marcas van contándome que el tiempo
Es como un pasajero que se sube en tu vagón
Y anuncia que la vida es un momento
Dicen, los viejos de la esquina siempre dicen
No importa lo que tengas si al bajar de la estación
Uno regresa siempre a sus raíces
Traigo oxidado el corazón, me hace falta cuerda
Mi alma necesita transfusión
Sangre de mi tierra…
Regreso a la cuna que me vio nacer
Regreso a ese barrio que me vio correr
Lo que fui, lo que soy y seré por mi isla bella
De vuelta al refugio que calma el dolor
Y huele el recuerdo del primer amor
Lo que fui, lo que soy y seré por mi isla bella
Tradução da letra
Terra, aqui nasceu o meu canto, a minha bandeira
Sorrisos que se esgueiram pela porta da varanda
E esta viagem que hoje me traz de volta
Longe, você não sabe o quanto eu sinto falta
O barulho do meu povo e a carícia deste mar
Quando não estou contigo eu invento te
Tenho o coração enferrujado, preciso de corda
A minha alma precisa de transfusão
Sangue da minha terra…
Regresso ao berço que me viu nascer
Voltei para aquele bairro que me viu correr
O que fui, o que sou e serei pela minha bela ilha
De volta ao abrigo, que acalma a dor
E cheira a memória do primeiro amor
O que fui, o que sou e serei pela minha bela ilha
Devagar, as marcas vão me dizendo que o tempo
É como um passageiro que entra no seu vagão
E anuncia que a vida é um momento
Dizem, os velhos da esquina sempre dizem
Não importa o que você tem se ao sair da estação
Um regressa sempre às suas raízes
Tenho o coração enferrujado, preciso de corda
A minha alma precisa de transfusão
Sangue da minha terra…
Regresso ao berço que me viu nascer
Voltei para aquele bairro que me viu correr
O que fui, o que sou e serei pela minha bela ilha
De volta ao abrigo, que acalma a dor
E cheira a memória do primeiro amor
O que fui, o que sou e serei pela minha bela ilha