Rickolus — 9th Street to San Pablo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "9th Street to San Pablo" de Rickolus.
Letra
Then the baby had us on a dime
We turned the corner
Left our homes to grow new muscles
In the heat dead of summer right
Before we grew our angels
We explored our bodies angles
Our fever grew in stages
Drinking engines in the dark
Up and down the stairs
We come and go I would go to work
And you would stay home
There’s bruises on our legs
And on our toes up and down
We’re making our own roads
Getting dressed in the apartment
Scratching letters on the table
Little hands inside the cradle
We approach a giant hill
I put a hammer to your mirrors
Easy isn’t a word we use anymore
Laying on a dead machine
Torn from a dead history
Getting dressed in the apartment
Scratching letters on the table
Little hands inside the cradle
We approach a giant hill
I put a hammer to your mirrors
Easy isn’t a word we use anymore
Laying on a dead machine
Torn from a dead history
Up and down the stairs
We come and go I would go to work
And you would stay home
There’s bruises on our legs
And on our toes up and down
We’re making our own roads
We both came from different places
Stray accidental space trash
Barreling into each other now
Your brother drains the water
And the balcony is open
Sit in flowers eating orange
Watch the light burn in its place and I’m happy
No one deserves anything at all
Tradução da letra
Depois o bebé teve - nos num ápice.
Virámos a esquina.
Deixou nossas casas para crescer novos músculos
In the heat dead of summer right
Antes de crescermos os nossos anjos
Explorámos os ângulos dos nossos corpos.
A nossa febre cresceu por etapas
A beber motores no escuro
Subir e descer as escadas
Nós vamos e vamos eu iria trabalhar
E ficavas em casa
Temos nódoas negras nas pernas.
And on our toes up and down
Estamos a fazer as nossas próprias estradas.
Vestindo-se no apartamento
Letras a coçar na mesa
Pequenas mãos dentro do berço
Aproximamo-nos de uma colina gigante
Pus um martelo nos teus espelhos.
Fácil já não é uma palavra que usamos
Deitado numa máquina morta
Arrancado de uma história morta
Vestindo-se no apartamento
Letras a coçar na mesa
Pequenas mãos dentro do berço
Aproximamo-nos de uma colina gigante
Pus um martelo nos teus espelhos.
Fácil já não é uma palavra que usamos
Deitado numa máquina morta
Arrancado de uma história morta
Subir e descer as escadas
Nós vamos e vamos eu iria trabalhar
E ficavas em casa
Temos nódoas negras nas pernas.
And on our toes up and down
Estamos a fazer as nossas próprias estradas.
Ambos viemos de lugares diferentes.
Lixo espacial acidental extraviado
A meterem-se uns nos outros agora
O teu irmão drena a água.
E a varanda está aberta.
Sentar-se em flores comendo laranja
Vê a luz a arder no seu lugar e eu estou feliz
Ninguém merece nada.