Richard Thompson — Crimescene letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Crimescene" de Richard Thompson.
Letra
Broken glass, a broken chair
A lamp hangs by a thread
Scattered pages, spattered walls
Mayhem on the bed
Peace is gone and love is gone
And darkness wins the day
A soul is torn away
A soul is torn away
A crumpled shirt, a hank of hair
A shoe print made of blood
Phone ripped out, shades all drawn
A life is hammered shut
And I should ball my fists and scream
Against the dying of the dream
But I can’t aim my rage at fate
Where’s the face to pin the hate?
But I can’t aim my rage at fate
Where’s the face to pin the hate?
Where’s the face to pin the hate?
A ticket booked, a suitcase packed
A diary on the desk
Free will’s just a walk on part
In this ugly humoresque
Peace is gone and love is gone
And darkness wins the day
A soul is torn away
A soul is torn away
A soul is torn away
A soul is torn away
And I should ball my fists and scream
Against the dying of the dream
But I can’t aim my rage at fate
Where’s the face to pin the hate?
But I can’t aim my rage at fate
But where’s the face to pin the hate?
Here we stand around like victims
Waiting for the crime
Waiting for the butcher’s knife
Just one cut at a time
You plan and he plans
You sleep while he steals
Your wheels can only spin
Inside of other wheels
Peace is gone and love is gone
And darkness wins the day
A soul is torn away
A soul is torn away
A soul is torn away
A soul is torn away
A soul is torn away
Tradução da letra
Vidro partido, cadeira partida
Uma lâmpada pendurada por um fio
Páginas dispersas, paredes salpicadas
Caos na cama
A paz se foi e o amor se foi
E a escuridão vence o dia
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada
Uma camisa amarrotada, um hank de cabelo
Uma pegada feita de sangue
O telefone foi arrancado, os óculos estão todos desenhados.
Uma vida é martelada e fechada
E eu devia bater os punhos e gritar
Contra a morte do sonho
Mas não consigo apontar a minha raiva ao destino
Onde está a cara para culpar o ódio?
Mas não consigo apontar a minha raiva ao destino
Onde está a cara para culpar o ódio?
Onde está a cara para culpar o ódio?
Um bilhete reservado, uma mala feita
Um diário na secretária
O livre arbítrio é apenas um passeio em parte
Neste humoresco feio
A paz se foi e o amor se foi
E a escuridão vence o dia
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada
E eu devia bater os punhos e gritar
Contra a morte do sonho
Mas não consigo apontar a minha raiva ao destino
Onde está a cara para culpar o ódio?
Mas não consigo apontar a minha raiva ao destino
Mas onde está a cara para culpar o ódio?
Aqui estamos como vítimas
À espera do crime
À espera da faca do talhante
Só um corte de cada vez.
Tu planeias e ele planeia
Dorme enquanto ele rouba
As tuas rodas só podem girar
Dentro de outras rodas
A paz se foi e o amor se foi
E a escuridão vence o dia
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada
Uma alma é arrancada