Riccardo Cocciante — Vita letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Vita" de Riccardo Cocciante.
Letra
Sei brucia dentro Te Il fuoco dei perch?
E ti chiedi chi sei
Che rester? Di te Cosa sar… Aaaaaaaa
Vita
Vita non nasce mai
Vita
Vita non muore mai
Tu vita resterai
Sei
Non ricordi pi?
Quante volte ormai
Sei gi? Stato quaggi?
Sono qui per dirti come potrai diventare la Vita
Vita il fiume dell’eternit?
Vita
Vita che st? Passando in te Vita
Vita questa cosa rester?
Vita
Vita ritornerai
Eterna libert?.
Coro:
… E ritrova l’amore
Il sosia dalle spalle il pegno del dolore
E ritrova la vita …
Lui:
Ricordo adesso
E si che posso ricordare
Io er o in un sasso sono stato dentro al fiore
E poi nell’uomo Io Io vita nel sasso
La stessa vita nel fiore
E poi nell’uomo io vita
Sono tornato per liberare
Son stato sempre vita
Che non pu? Morire
Che non pu? Morire
Che non pu? Morire
Perch? Io sono la Vita
Vita
Son come l’eternit?
Vita
Vita eterna libert?
Vita
Vita io sono l’eternit?
Vita
Vita
Eterna libert?
(Grazie a Gino per questo testo)
Tradução da letra
Estás a arder dentro do fogo do poleiro?
E você se pergunta quem você é
O que ficar? Sobre ti o que será ... Aaaaaaaa
Vida
A vida nunca nasce
Vida
A Vida Nunca Morre
Vais ficar vivo.
Seis
Não te lembras do pi?
Quantas vezes agora
Já estás? Esteve aqui?
Estou aqui para te dizer como podes tornar-te vida.
A vida é o rio da eternidade?
Vida
Vida quê? Passando para a tua vida
Viver esta coisa repousar?
Vida
A vida voltará
Liberdade eterna?.
Coro:
... E encontrar o amor novamente
A sósia dos ombros a promessa da dor
E encontrar a vida de novo …
Seu:
Já me lembro.
E sim que me lembro
Eu er O em uma pedra Eu estive dentro para a flor
E então no homem eu vivo na pedra
A mesma vida na flor
E então no homem eu vivo
Voltei à liberdade.
Sempre fui a vida
O que não pode? Morrer
O que não pode? Morrer
O que não pode? Morrer
Poleiro? Eu sou a vida
Vida
São como a eternidade?
Vida
A vida eterna liberta?
Vida
A vida Eu sou o eternit?
Vida
Vida
Liberdade eterna?
(Agradecimentos a Gino por este texto)