Riccardo Cocciante — Il treno letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Il treno" de Riccardo Cocciante.

Letra

E il treno corre forte il treno va lontano
e il quadro cambia sempre l dietro al finestrino
io non ho avuto il tempo di stringere la mano
io non ho avuto il tempo di dire una parola
per asciugare il pianto di una madre che resta sola
per sciogliere quel nodo che mio padre aveva in gola
Ma il treno va lontano il treno porta via
e batte un tempo strano lungo la strada mia
pi№ indietro c' un bambino col naso che gli cola
poi vengono gli amici dei tempi della scuola
l’amore chiuso al bagno con una mano sola
le canzoni sconce urlate a squarciagola
Ma il treno corre forte e il treno adesso vola
sulle distese immense di ciclamini viola
sulle colline dolci coperte da lenzuola
sopra quei balli tristi coi buchi nella suola
sopra le notti spese in cerca di puttane
sui versi di Pavese sulle promesse vane
Ma il treno corre forte su tutta la mia vita
che passa via veloce che sfugge fra le dita
risento la sua voce si riapre la ferita
la giovent№ passata per non ritornare mai pi№
Ma il treno va lontano e non si mai fermato
ma gli occhi di quest' uomo conservano il passato
e adesso vedo i visi di gente sconosciuta
che cerca nei sorrisi la libert perduta
la zingara fortuna che scopre le mie carte
che legge nella luna quale sar la sorte
Ma il treno corre forte si fermer soltanto
quando qualcuno un giorno mi chiamer nel vento
na na na na na na na na na … (ad libitum)

Tradução da letra

And the train run hard the train goes far
e a imagem muda sempre L atrás da janela
Não tive tempo de apertar as mãos.
Não tive tempo de dizer uma palavra.
para secar o choro de uma mãe que fica sozinha
para desatar o nó que o meu pai tinha na garganta.
Mas o comboio vai para longe o comboio vai embora
e bate um tempo estranho ao longo do meu caminho
há uma criança com o nariz a pingar.
depois vêm os amigos da escola
Amor fechado para a casa de banho com uma mão
as canções sujas uivavam
Mas o comboio corre forte e o comboio voa agora
sobre as imensas extensões de ciclameno púrpura
nas colinas suaves cobertas de lençóis
sobre aquelas danças tristes com buracos na sola
durante as noites passadas à procura de prostitutas
nos versículos de Pavese sobre as promessas vãs
Mas o comboio corre forte toda a minha vida
que passa rápido que escapa entre os dedos
Ofende-me a voz dele. abre a ferida.
o jovem№ passou para nunca mais voltar não mais№
Mas o comboio vai longe e nunca parou
mas os olhos deste homem preservam o passado.
e agora vejo os rostos de desconhecidos
procurando a liberdade perdida em sorrisos
a fortuna cigana que descobre as minhas cartas
quem lê na Lua o que será o destino
Mas o comboio é forte se apenas fermer
quando alguém um dia me chama ao vento
na Na Na Na Na Na Na Na Na na ... (ad libitum)